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Operação Mute

Operação no ES busca por celulares em presídios e recaptura de presos

Nesta quarta (24), foi realizada a 5ª fase da Operação Mute, uma iniciativa do Ministério da Justiça e Segurança Pública para eliminar a comunicação ilegal nos presídios do Brasil

Publicado em 24 de Julho de 2024 às 15:14

Jaciele Simoura

Publicado em 

24 jul 2024 às 15:14
Drogas apreendidas durante operação no ES
Drogas apreendidas durante operação Mute no ES Crédito: Divulgação | Polícia Penal
Um fugitivo do sistema prisional foi recapturado e uma pessoa detida com drogas durante a 5ª fase da Operação Mute, realizada pela Polícia Penal do Espírito Santo (PPES) nesta quarta-feira (24). O bairro onde as prisões aconteceram não foi informado, assim como os nomes dos detidos.
Os policiais penais realizaram revistas em galerias e celas da Penitenciária Estadual de Vila Velha V (PEVV V), no Complexo Penitenciário de Xuri. O objetivo da operação é identificar e retirar celulares localizados em unidades prisionais como forma de combater a comunicação ilícita do crime organizado e reduzir os índices de violência em âmbito nacional. Nenhum aparelho foi encontrado na Unidade.
A ação é nacional e uma iniciativa do Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen).
Além da revista no presídio, no Espírito Santo, os policiais penais ainda atuaram na recaptura de foragidos, que culminou na prisão de um evadido do sistema prisional, no município da Serra. Condenado por roubo, cumpria pena no regime semiaberto quando fugiu da cadeia.
Durante o cumprimento de mandado de recaptura, os policiais flagraram um homem com drogas. Os dois foram levados à Delegacia Regional da Serra.

Operação

Servidores da Divisão de Operações Táticas (DOT) atuaram com ações de revistas nas celas para localizar materiais ilícitos. Já a Divisão de Escolta e Recaptura Policial (DERP) realiza ações de recaptura de foragidos visando enfrentar e desarticular organizações e associações criminosas. Por conta da recaptura, a operação no Espírito Santo está sendo chamada por “Operação Mute Upgrade”.
O diretor-geral da Polícia Penal do Espírito Santo, José Franco Morais Júnior, enfatizou a importância de uma operação com este foco.
“A Operação Mute desempenha um papel crucial na manutenção da segurança pública, pois a posse desses aparelhos pode facilitar atividades criminosas, prejudicar investigações e comprometer a eficácia do sistema penitenciário. Dessa forma, essa ação contribui para a proteção da sociedade e a promoção de um ambiente prisional mais seguro e controlado”, ressaltou.

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