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Cadela da Polícia Penal do ES é usada para farejar e encontrar celular

Cadela da Polícia Penal do ES é usada para farejar e encontrar celular

A cachorra da raça pastor belga de Malinois é a única da tropa de cães a ser treinada para detecção de dispositivos eletrônicos

Publicado em 20 de março de 2024 às 15:15

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Cadela farejadora da Polícia Penal é usada para detectar dispositivos eletrônicos
Cadela farejadora da Polícia Penal é usada para detectar dispositivos eletrônicos. (Divulgação | Sejus)

Zaya, um pastor belga de Malinois, de 2 anos e 11 meses, se destacou durante a Operação Nexum, realizada pela Polícia Federal na terça-feira (19), ao encontrar um aparelho celular na casa de um dos presos. Ela é parte do Grupamento de Operações com Cães (GOC), da Divisão de Operações Táticas (DOT) da Polícia Penal do Espírito Santo (PPES) e a única da tropa de cães a ser treinada para detecção de dispositivos eletrônicos.

O canil da Polícia Penal, instalado na sede da DOT, foi fundado em 2013 como uma ferramenta a mais na prevenção ao tráfico de entorpecentes. Atualmente, 12 cães utilizados como animais de faro para entorpecentes. De acordo com a coordenadora do Grupamento de Operações com Cães, Cintya Salomão Rosetti Barbosa, além dessa função, Zaya também fareja armas, munições e dispositivos eletrônicos (celular).

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Desde que a Zaya ingressou no canil aos três meses de idade, iniciamos um treinamento constante indispensável para a formação de cão seguro e sociável para trabalhar em todos os ambientes. Ela ainda está em formação, já que tem dois meses que está sendo treinada para detectar celular. Antes, ela era treinada para farejar outros odores

Cintya Salomão Rosetti Barbosa
Coordenadora do Grupamento de Operações com Cães
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Operação Mute

A necessidade de ampliar a parte técnica dos cães e evoluir o canil da Polícia Penal surgiu com a Operação Mute, ação nacional de iniciativa do Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen), para eliminar a comunicação ilegal nos presídios do País.

Durante a operação, servidores da Diretoria de Operação Tática e do Grupamento de Operações com Cães da Polícia Penal do Espírito Santo atuam com ações de revistas nas celas para localizar materiais ilícitos.

O objetivo agora é capacitar mais profissionais como condutores de cães para atuar em operações de detecção de substâncias ilícitas, como drogas, armas e objetos eletrônicos.

“O nosso papel aqui é consubstanciar o trabalho da DOT com o cão de detecção. Por isso, iniciamos o I Curso de Condutores de Cães Policiais (CCCP), que irá habilitar mais policiais penais para atuarem em operações prisionais com cães e demais missões atribuídas ao Grupo de Operações”, esclareceu Cintya Rosetti.

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