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Em Vila Velha

Homem é preso na Praia da Costa com mais de 10 mil arquivos de pedofilia

O suspeito, de 63 anos, foi detido no apartamento em que mora, durante operação da Polícia Federal; no computador dele havia imagens de abuso e exploração sexual infantil datados desde 2006
Júlia Afonso

Publicado em 

24 ago 2022 às 16:16

Publicado em 24 de Agosto de 2022 às 16:16

Um homem de 63 anos foi preso dentro do apartamento dele, na Praia da Costa, em Vila Velha, acusado de armazenar mais de 10 mil arquivos de abuso e exploração sexual infantil. No computador do suspeito, havia imagens datadas de 2006, ou seja, mais de 15 anos cometendo o crime.
A ação, que aconteceu nesta quarta-feira (24), foi orquestrada pela Polícia Federal e tinha por objetivo cumprir um mandado de busca e apreensão na casa do homem, que não teve a identidade divulgada. Como encontraram as imagens no computador do suspeito, ele foi preso em flagrante.
"No início da investigação, chamava a atenção dos policiais federais a percepção de que ele já cometia este delito desde 2013. Porém, hoje foram encontrados arquivos datados ainda de 2006. Portanto, ele cometia o crime pelo qual foi preso, de forma continuada, há mais de 15 anos", informou a PF, em nota.
A operação, chamada Teimosia IV, faz parte de uma investigação permanente da PF que apura a produção, divulgação e transmissão de imagens e vídeos ou outros registros que contenham cenas de sexo explícito ou pornográfica, envolvendo crianças ou adolescentes.
"As investigações tiveram início no âmbito da Polícia Federal a partir do uso de ferramentas e técnicas investigativas que permitem a coleta de informações na internet e a identificação de usuários que frequentemente compartilham, armazenam, produzem ou comercializam esse tipo de arquivo na rede. O material apreendido será submetido à perícia técnica e a investigação terá foco na identificação de possíveis vítimas", explicou a corporação.
O homem pode responder por "transmitir e/ou armazenar material pornográfico envolvendo criança ou adolescente", ambos previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). A pena pode chegar até 10 anos.

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