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16 anos de prisão

Homem é condenado por deixar mototaxista paraplégico ao tentar matar enfermeiro no ES

Lucas Pacheco Correia, de 27 anos, baleou um mototaxista e o enfermeiro, que estava na garupa da moto, em busca de vingança pela filha que morreu em hospital de Cachoeiro de Itapemirim

Publicado em 07 de Novembro de 2025 às 10:23

Beatriz Caliman

Publicado em 

07 nov 2025 às 10:23
Mototaxista e passageiro são baleados em Cachoeiro de Itapemirim
Mototaxista e passageiro são baleados em Cachoeiro de Itapemirim Crédito: Leitor A Gazeta
Um homem de 27 anos, acusado de balear um mototaxista de 30 anos e um enfermeiro, de 31, que estava na garupa da moto, em julho de 2024, em Cachoeiro de Itapemirim, Sul do Espírito Santo, foi condenado a 16 anos de prisão por tentativa de homicídio triplamente qualificado e lesão corporal gravíssima em julgamento na noite de quinta-feira (6). Segundo a denúncia do Ministério Público do Espírito Santo (MPES), Lucas Pacheco Correia cometeu o ataque em busca de vingança pela filha dele, de um ano e dois meses, que morreu após ser internada no Hospital Infantil Francisco de Assis, no município, onde o profissional da saúde trabalhava.
Lucas estava preso desde julho do ano passado e vai cumprir a pena em regime inicialmente fechado. Durante o julgamento, o réu alegou negligência por parte das equipes médicas e disse o enfermeiro que estava na moto havia feito um mau atendimento, por isso ele atirou contra o profissional, atingindo também o condutor da moto. O ataque deixou o mototaxista Maicon Patussi Garcia paraplégico. A vítima contou à reportagem de A Gazeta, na ocasião, que quando foi baleada achou que se tratava de um assalto
A defesa de Lucas Pacheco informou que o conselho de sentença reconheceu parcialmente suas teses, entendendo que houve lesão corporal e o júri reconheceu a tentativa de homicídio em relação a uma das vítimas. Segundo os advogados Vanderson Leocadio, Luiz Carlos Oliveira, Jefferson Sudré e Thiago Flegler, a decisão demonstra equilíbrio, mas eles consideram que a pena aplicada foi desproporcional por não refletir as circunstâncias pessoais do acusado, que vivia um momento de dor e abalo emocional pela perda recente da filha. Diante disso, eles vão recorrer em busca de revisão da pena.
Com informações da repórter Isabelle Oliveira, da TV Gazeta Sul 

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