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Violência

Dois jovens são assassinados em bairros distintos em Vila Velha

Ocorrências envolvendo vítimas de 24 e 28 anos foram registradas nos bairros Ilha dos Ayres e Vila Garrido, na tarde e na noite de sábado (2), respectivamente

Publicado em 03 de Março de 2024 às 11:27

Redação de A Gazeta

Publicado em 

03 mar 2024 às 11:27
Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Vila Velha
Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Vila Velha Crédito: Divulgação / Polícia Civil
Dois assassinatos foram registrados em Vila Velha entre a tarde e a note do último sábado (2). Segundo a Polícia Militar, primeiro a corporação foi acionada para ir ao Hospital Estadual Antônio Bezerra de Farias, onde um jovem de 24 anos havia dado entrada com ferimentos por disparos de arma de fogo. No local, os militares foram informados pela equipe médica que a vítima morreu na unidade.
A PM informou que, em seguida, fez contato com um homem que afirmou que o crime ocorreu no bairro Ilha dos Ayres, e que ele tinha apenas prestado socorro a vítima em um veículo próprio. Ninguém soube informar sobre autoria ou motivação do homicídio e a ocorrência foi encaminhada à Polícia Civil para investigação, conforme a corporação.
Já durante a noite, a Polícia Militar foi acionada para verificar a informação de que havia um homem alvejado caído em via pública no bairro Vila Garrido. Uma guarnição prosseguiu até o local e constatou que a vítima de 28 anos já estava morto. Também não há informações sobre motivação e nenhum suspeito foi localizado, informou a PM.
Sobre as duas ocorrências, a Polícia Civil informou que os casos seguirão sob investigação da Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Vila Velha, e que, até a publicação desta matéria, nenhum suspeito foi detido. Os corpos das vítimas foram encaminhados para o Departamento Médico Legal (DML) de Vitória, onde passarão pelo processo de necropsia. Posteriormente, serão liberados para os familiares. Informações
A Polícia Civil destacou que informações podem ser compartilhadas de forma sigilosa por meio do Disque-denúncia (181), que é uma linha de contato gratuita, disponível em todos os municípios do Estado. As informações passadas pela comunidade podem ser cruciais para o avanço das investigações.
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