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Denunciado pela ex, administrador nega agressões

O homem se diz inocente e afirma ter sido agredido pela comerciante, que o acusa de agressão

Publicado em 03/01/2019 às 12h31

Após uma comerciante de 34 anos acusar o ex-namorado de agressão na madrugada do primeiro dia de 2019, o administrador e ex-servidor público da Serra, de 40 anos, entrou em contato com o Gazeta Online para dar a sua versão dos fatos. O homem se diz inocente e afirma ter sido agredido pela ex. Na data da publicação da reportagem, ele havia sido procurado, mas não atendeu as ligações.

Segundo o ex-servidor, outros casais estavam na casa onde os dois passaram a virada de ano e podem comprovar a sua versão. O nome do administrador não será divulgado para não identificar a ex-namorada, que o acusa de agressão. Veja o que ele diz sobre o caso abaixo.

O OUTRO LADO

"A princípio eu nego qualquer acusação que foi feita pela senhora... Quero dizer que na casa onde ocorreu o fato, nesta casa haviam quatro casais, com filhos, com crianças. A senhora que começou as discussões após ter ingerido bebida alcoólica, acompanhada de medicamentos controlados. Ela faz uso de medicamentos controlados. Essa não é a primeira vez que ela tem esse surto e tenta me agredir. Não é a primeira vez. Ela já fez isso outras vezes e, dentro dessas outras vezes, inclusive existe um boletim de ocorrência que ela fez lá trás com relação a minha pessoa também quando estava acompanhada de bebida combinada com medicamentos. E ela mesmo retirou todas as acusações e tem uma declaração na Justiça onde ela tira todas as alegações dela. Inclusive medida protetiva que ele solicitou lá trás também. Ela retirou essa medida protetiva de próprio punho, sem coação, sem que ninguém a forçasse a fazer isso. Ela retirou essas medidas, informando ao juiz e ao promotor do Ministério Público que ela estava com um quadro de depressão, como ela está com o mesmo quadro hoje."

A VERSÃO DOS FATOS

"Como ocorreu a situação? Ela alega que tem um machucado na cabeça e que esse machucado foi feito por mim. O machucado que está na cabeça dela foi em detrimento, em função de um tombo que a mesma tomou quando ela pegou a chave do meu bolso e saiu correndo na casa. A casa tem dois andares. Ela subiu as escadas, caiu, bateu a cabeça no chão e está atribuindo a culpa a mim, a minha pessoa sobre essa queda que ela tomou."

BOLETIM DE OCORRÊNCIA

"Na verdade, eu fiz um boletim de ocorrência por agressão física. Eu fui a pessoa agredida, e não ela, pois em momento algum eu encostei a mão nessa senhora. Eu fiz o corpo de delito, fiz o boletim de ocorrência. Saí de lá, ela pegou a minha chave e foi para o quarto, quebrou a minha chave em vários pedaços. Ela sabia que eu viajaria para Itamaraju no dia 03 agora - até porque estou de férias -, estava programada a minha viagem. Eu fiz reserva de um carro na locadora. Eu teria que pagar essa viagem com o caução do meu cartão de crédito. Nós terminamos o relacionamento às 2h40 da madrugada. Eu estava deitado, ela chegou de forma agressiva me cobrando coisas com relação à viagem. E eu disse a ela que dessa forma que você está fazendo eu não quero continuar mais o namoro. Falei que ia embora. Levantei para ir embora. Ela começou a desferir socos em mim e começou a desferir unhadas. Começou a me arranhar. E eu saí do quarto, na tentativa de ir embora."

TESTEMUNHAS

"Há várias pessoas que estavam em quartos ao nosso lado e presenciaram todo fato. Então a Justiça vai provar isso, porque quando essas pessoas forem chamadas para depor, elas vão confirmar essa versão que eu estou dizendo. As pessoas viram, a própria filha dela, que em nenhum momento eu encostei a mão nela. Ela, em um ataque de fúria e de ciúmes, quebrou o meu cartão de crédito, quebrou a chave do meu carro para que eu não fosse embora. Eu tenho um carro que a chave dele é de cartão. Até uma amiga dela, esposa de um policial, me pediu para que eu não fosse pegar a chave com ela. A amiga me disse que ia pegar a chave pra mim. O que ela fez? Subiu, quebrou a chave, quebrou meus cartões de crédito. Eu só achei esse cartão de crédito porque no outro dia eu voltei para Praia Grande. Voltei em casa, peguei a chave reserva do carro, voltei e fui muito bem recebido pelos quatro casais que estavam lá. Até porque, eu não agredi ela. Se eu tivesse agredido, eles não teriam deixado nem eu entrar na casa. Entrei na casa, conversei com eles. Eles estão chateados com a situação que ela fez. Procurei o cartão de crédito, minhas roupas estavam rasgadas. Ela quebrou o perfume que eu tinha, destruiu o meu sapato. Ela rasgou a minha bermuda me puxando para que eu não fosse embora daquela casa. O ataque de fúria e de ciúmes partiram dela. Nunca a agredi."

MARCAS NO CORPO DELA

"As marcas que têm nas costas dela é porque ela se bateu no chão, se jogando no chão e se sacudindo. E pegou o meu aparelho celular. No que ela pegou o meu aparelho celular, eu apenas, na frente de todos, peguei o meu celular. Essas marcas que têm nas costas, foi ela quem fez. E a Justiça vai provar isso. Não encostei a mão nela. Essas marcas ela pode fazer perícia e a Justiça vai ver que essas unhas não são minhas."

SOBRE OS MACHUCADOS

"Se tem machucado é em detrimento a tombos que ela tomou nessa escada ou se jogou no chão várias vezes ou simulou de forma a tentar como ela fez da última vez. Eu quero registrar que esse não é o meu primeiro namoro. Fui casado por duas vezes. Meu primeiro casamento fiquei junto por 10 anos, tenho dois filhos, que a guarda judicial é minha. Sou amigo da mãe deles. Nunca tive um histórico de agressão na minha vida. Nunca encostei a mão em uma mulher. Fui casado novamente por 4 anos. Temos uma filha de 3 anos. Eu nunca encostei a mão em nenhuma das minhas ex-esposas. Meu histórico de vida prova, por si só, que eu nunca tive histórico de agressão. Eu sou inocente."

MEDIDA PROTETIVA

"Não fui notificado. Não recebi nenhuma notificação até o momento."

HISTÓRICO DE AGRESSÃO"

"O fato ocorrido foi às 2h40 da madrugada, onde eu estava deitado na cama. Ela subiu e iniciou uma discussão comigo devido estar alterada a poder de medicamentos controlados e bebida alcoólica. Como ela já tinha um histórico de tentar simular agressões, eu simplesmente saí do quarto e falei que ia embora. Como lá trás ela já tinha entrado com um processo contra mim, conhecendo a pessoa dela, a minha primeira atitude foi sair do quarto e ir embora. Nunca encostaria a mão nela. Tinha um policial na casa e, mesmo se não tivesse, eu não encostaria."

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