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Serra

Após morte de jovem, Central Carapina tem toque de recolher

Outro jovem levou 15 tiros e sobreviveu. Ninguém foi preso

Publicado em 04 de Janeiro de 2019 às 21:02

Jose Ricardo Medeiros

Publicado em 

04 jan 2019 às 21:02
Crime aconteceu no bairro Central Carapina, na Serra, na madrugada desta sexta-feira (4) Crédito: Daniela Carla | TV Gazeta
Um jovem de 22 anos foi morto com um tiro na cabeça e outro de 27 anos foi alvejado com 15 disparos de arma de fogo no bairro Central Carapina, na Serra, na madrugada desta sexta-feira (4). Após o crime, comerciantes fecharam as portas e ônibus deixaram de circular no bairro. 
De acordo com a reportagem da TV Gazeta, que esteve no local, os dois foram socorridos, mas o rapaz de 22 anos morreu. O que levou 15 tiros sobreviveu e foi levado para a Unidade de Pronto Atendimento de Carapina.
Acionada pela reportagem do Gazeta Online, a Polícia Militar informou que o policiamento no bairro foi reforçado na tarde desta sexta-feira (4) com viaturas, que realizam as rondas preventivas. Operações ostensivas também estão sendo realizadas na região a fim de levar maior sensação de segurança à comunidade.
A PM informou ainda que moradores e comerciantes do local contam com a base móvel da corporação, onde há militares à disposição caso algum popular tenha informações e denúncias para serem averiguadas.
"A Polícia Militar orienta a comunidade a seguir sua rotina normal e lembra que a participação da população é muito importante no combate à criminalidade. Denúncias sobre indivíduos que possam estar agindo na região também poder ser feitas através do Disque-Denúncia 181", finalizou a PM em nota.
De acordo com o boletim da PM, o crime aconteceu em uma região identificada como Favelinha, ao lado do Projeto Legal, na Rua da Igreja Quadrangular. Até o final da tarde desta sexta-feira (4), ninguém havia sido preso. A polícia investiga a autoria do homicídio e da tentativa de homicídio.
TOQUE DE RECOLHER
Após o crime, criminosos realizaram toque de recolher na região. Apesar da polícia comparecer no local, muitas lojas não abriram as portas na tarde desta sexta-feira (4). Até mesmo próximo a uma base da PM, o comércio também permaneceu fechado. Um posto de saúde do bairro também trancou as portas, mas o atendimento continuou dentro da unidade.
Linhas de ônibus que passavam dentro do bairro deixaram de circular. Quem dependia dos coletivos teve que caminhar até a entrada do bairro, na BR 101, para conseguir pegar um ônibus.
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