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Publicado em 9 de outubro de 2025 às 17:57
Um homem foi preso pela Polícia Federal (PF) em Guarapari, nesta quinta-feira (9), suspeito de integrar um grupo criminoso especializado em fraudes bancárias e digitais contra a Caixa Econômica Federal. Conforme a corporação, ele é o principal alvo da Operação Seleta, cumprida em outros quatro Estados: São Paulo, Bahia, Rio de Janeiro e Goiás. >
O preso não teve o nome divulgado. Ele é investigado por movimentar, a crédito, cerca de R$ 5,6 milhões em 28 meses em contas próprias e da companheira dele. Por causa das transferências, a polícia identificou outros oito integrantes da organização.>
A PF informou que alguns atuavam diretamente na execução das fraudes. Outros eram responsáveis por fornecer dados cadastrais e informações bancárias das vítimas. Além do alvo em Guarapari, os agentes prenderam mais três pessoas e um quinto envolvido é considerado foragido. >
Nove mandados de busca e apreensão foram cumpridos, e, até a tarde desta quinta-feira, foram confiscados dois veículos, aparelhos celulares e um notebook. Todos os materiais serão encaminhados ao Setor Técnico-Científico (SETEC) da Polícia Federal para análise pericial.>
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Operação Seleta da PF bloqueia e apreende bens no ES
Segundo a PF, para conseguir aplicar as fraudes o grupo articulou três etapas, sendo elas:>
Dentro da operação também foi cumprida uma medida de suspensão do exercício de função pública de um funcionário da Caixa Econômica Federal, bem como medidas patrimoniais de sequestro e bloqueio de bens, com indisponibilidade de valores até o limite de R$ 5.526.116,64, e bloqueio de um imóvel situado em Meaípe, Guarapari, por meio do Cadastro Nacional de Indisponibilidade de Bens (CNIB).>
Todo o dano causado pelo grupo ainda está sendo apurado pela PF. "As investigações prosseguem para quantificar integralmente os danos, identificar a totalidade dos envolvidos e promover a responsabilização criminal pelos delitos em tese praticados, dentre eles estelionato majorado, uso de documento falso, organização criminosa e lavagem de dinheiro", frisou a corporação.>
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