Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

Crime em Vitória

Acusado de matar empresário em Jardim Camburi é condenado a 27 anos de prisão

Breno Ribeiro Freire virou réu após a morte de David Dal Rio da Silva por asfixia com um fio de ferro de passar roupa, dentro do apartamento da vítima, em junho de 2023

Publicado em 16 de Maio de 2025 às 19:21

Júlia Afonso

Publicado em 

16 mai 2025 às 19:21
Breno Ribeiro Freire, acusado da morte de David Dal Rio da Silva, em junho de 2023, foi condenado a 27 anos e sete meses de prisão nesta sexta-feira (16), após decisão do júri popular. Ele foi denunciado por homicídio qualificado por asfixia e furto com abuso de confiança da vítima, com quem mantinha um relacionamento. O caso aconteceu em Jardim CamburiVitória. A investigação da Polícia Civil apontou que o réu utilizou o fio do ferro de passar roupa para asfixiar o empresário, dentro do apartamento dele, que na época tinha 34 anos.
De acordo com o Ministério Público do Espírito Santo (MPES), Breno, que estava preso preventivamente, cumprirá a sentença em regime inicialmente fechado. A pena foi de 23 anos foi por homicídio qualificado, e de quatro anos e sete meses pelo furto com abuso de confiança. A reportagem de A Gazeta tenta contato com a defesa do réu. O espaço segue aberto para manifestações.

Relembre o caso

Breno Ribeiro Freire, de 26 anos, é suspeito de matar empresário em Jardim Camburi, Vitória
Breno Ribeiro Freire, de 26 anos, acusado de matar empresário em Jardim Camburi, Vitória Crédito: Polícia Civil do ES
Acusado de matar empresário em Jardim Camburi é condenado a 27 anos de prisão
O empresário David foi encontrado morto dentro do próprio apartamento, em Jardim Camburi, por uma amiga que foi até o local após o rapaz, de 34 anos, não comparecer ao trabalho. A autoria do crime e a forma como a vítima havia sido morta era um mistério, mas a Polícia Civil descobriu que o carro do empresário não estava na garagem. A corporação rastreou o veículo e descobriu que estava com Breno. Na tentativa de abordagem, o suspeito tentou fugir, dando início à perseguição, que se seguiu por diversas ruas de Vitória.

Perseguição e prisão

Breno foi preso no dia 19 de junho de 2023, um dia após o crime, durante uma perseguição policial e tiros que assustaram moradores de Mata da Praia e Jardim da Penha, também na Capital. Breno estava no carro do empresário, furtado após o estrangulamento.
Já preso, Breno confessou o homicídio, mas não foi autuado por esse crime. Isso porque o delegado que estava de plantão na delegacia entendeu que o prazo de flagrante tinha terminado. Sendo assim, o suspeito foi autuado por desacato, desobediência e direção perigosa. Uma fiança chegou a ser estipulada, mas, sem o pagamento, o criminoso foi encaminhado ao presídio.
Ele passou por audiência de custódia e a prisão foi mantida. Os trabalhos de investigação da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Vitória continuaram. Um dia depois, de acordo com a Polícia Civil, após diligências e união de provas, foi representado pela prisão temporária de Breno pelo crime de homicídio. O Ministério Público e o Poder Judiciário deram parecer favorável e decretaram a prisão temporária de Breno por homicídio, que foi cumprida no dia 21 de junho de 2023.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem BBC Brasil
Governo Trump manda delegado da PF que ajudou ICE a prender Ramagem deixar os EUA
Agência do Banco do Brasil em Baixo Guandu voltou a funcionar normalmente
Agência do Banco do Brasil volta a abrir em Baixo Guandu
Viatura da Polícia Militar
Criminosos invadem obra e causam prejuízo de R$ 50 mil na Praia da Costa

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados