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Reajuste na passagem

Vila Velha e Vitória decidem valor de tarifas de ônibus nesta segunda

Tarifas serão discutidas em reuniões de conselhos

Publicado em 12 de Janeiro de 2019 às 10:16

Caique Verli

Publicado em 

12 jan 2019 às 10:16
Preço da passagem dos ônibus municipais em Vila Velha vai subir Crédito: Arquivo
Assim como a tarifa do Transcol, a passagem dos ônibus municipais de Vitória e Vila Velha também pode subir. Nos municípios, reuniões para falar sobre os valores acontecerão na segunda-feira.
Na Capital, a secretaria municipal de Transportes, Trânsito e Infraestrutura Urbana (Setran) anunciou que, na segunda, representantes da Câmara Temática de Transporte Público de Passageiros do Conselho Municipal de Transporte e Trânsito (Comuttran) vão se reunir para discutir o assunto. O último reajuste em Vitória foi no início de 2018, de 6,5%, e hoje o usuário paga R$ 3,35.
No mesmo dia, pela manhã, às 10h, o Conselho Municipal de Transporte de Vila Velha terá uma reunião para decidir o valor da nova tarifa.
O último reajuste nas linhas de ônibus de Vila Velha aconteceu no dia 11 de maio de 2017. Ano passado, o valor deveria passar de R$ 3,20 para R$ 3,40, equiparando ao valor da passagem ao do Sistema Transcol. Mas como o prefeito Max Filho não homologou o reajuste, a passagem permanece congelada desde o ano passado.
Sem ar condicionado
A passagem vai subir, mas o calor e os ônibus lotados continuarão o mesmos, pelo menos por enquanto. O aumento da frota e a inclusão do ar-condicionado nos coletivos ainda não têm data prevista para acontecer.
“Tudo que faz parte da melhoria dos sistemas de transporte nós estamos avaliando. Mas é preciso ter pé no chão e olhar como Brasil e o Espírito Santo vão se comportar, como vai se comportar o custo, o sistema. Ar-condicionado e tudo que for para melhorar a qualidade do sistema de transporte são prioridades. Aumentar a frota depende de uma avaliação da Ceturb (Companhia Estadual de Transportes Coletivos de Passageiros do Estado)”, alegou o secretário de Estado dos Transportes e Obras Públicas, Fábio Damasceno.
Insatisfação
Nos terminais e pontos de ônibus, a insatisfação é grande. A enfermeira Desiree Helena Gomes contou que sempre pega ônibus cheio e, por isso, acredita que o reajuste deveria ser menor. “É um absurdo, o conforto não vale o que a gente paga. Se ainda tivesse ar-condicionado, até justificaria o aumento”, disse.
O auxiliar de operações Ronie Oliveira utiliza todos os dias o Transcol e reclamou da falta de coletivos para atender à demanda de trabalhadores no final do dia. “Eu pego o ônibus todos os dias e diariamente espero cerca de uma hora e meia para conseguir ir embora, pois não consigo entrar nos coletivos que passam, de tão cheios. O aumento da passagem é um absurdo”, afirmou.

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