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Sem acordo, empresas e rodoviários decidem por dissídio

A audiência está marcada para a próxima quarta-feira (5), na sede do Tribunal Regional do Trabalho

Publicado em 03/12/2018 às 18h45
Primeiro dia da greve dos rodoviários. Terminal de Carapina. Crédito: Eduardo Dias
Primeiro dia da greve dos rodoviários. Terminal de Carapina. Crédito: Eduardo Dias

Apesar das tentativas de negociações desde a última semana, os sindicatos patronais (GVBus e Setpes) e o Sindicato dos Rodoviários não entraram em acordo e agora partem para o dissídio coletivo, quando a Justiça deve decidir por uma solução do conflito entre as partes, que, no caso, são os empregados e empregadores. 

A audiência está marcada para a próxima quarta-feira (5), na sede do Tribunal Regional do Trabalho. 

Neste primeiro dia da greve, deflagrada desde a zero hora, houve uma reunião entre os sindicatos na qual as empresas estenderam a proposta de reajuste de 3% nos salários e também no plano de saúde. Mas a categoria rejeitou e diz que não abre mão dos reajuste de 4% nos salários mais a inflação, plano de saúde integral e mais R$ 2,50 por dia no tíquete alimentação. 

GVBUS ACIONOU TRT-ES 

Na noite desta segunda-feira (3), O GVBus informou que deu entrada a uma ação no Tribunal Regional do Trabalho (TRT-ES), devido ao descumprimento da liminar, que foi expedido pela Justiça, no qual decretou que em horário de pico e no início da manhã, 70% da frota deveria circular. O GVBus afirmou que o Sindirodoviários não cumpriu a determinação.

No pedido, o sindicato solicitou uma multa diária no valor de R$ 200 mil, além do aumento desse valor. As empresas também entraram com uma ação, no qual pedem a decretação da abusividade e ilegalidade da greve, descontando os dias parados e solicitando a realização de audiência de conciliação entre as partes.

A reportagem do Gazeta Online acionou o Sindirodoviários, que disse ter cumprido até agora o que determinou a Justiça e nega as acusações do GVBus.

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