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Sem confronto em bloco

'Não pode ter uma Paraisópolis aqui em Vitória', diz secretário

Fronzio Calheira, titular da pasta de Segurança Urbana de Vitória, teme que confrontos em blocos clandestinos terminem em morte na Capital, como ocorreu na favela paulista no final do ano passado

Publicado em 05 de Fevereiro de 2020 às 21:07

Redação de A Gazeta

Publicado em 

05 fev 2020 às 21:07
Confusão em baile clandestino na Praia do Canto, em Vitória Crédito: Reprodução/Internet
Mesmo com a previsão de um novo bloco clandestino para o próximo sábado (8), não há nenhum movimento do poder público para evitar a sua realização. A intenção é que, se o evento se confirmar, sejam coibidas práticas criminosas com a atuação policial, da Guarda Municipal e de outros agentes da prefeitura. De todo modo, a orientação é de evitar confrontos para que Vitória não se torne uma nova Paraisópolis (SP).
Trata-se de uma referência a uma ação da polícia na favela paulista durante uma festa em que morreram nove pessoas pisoteadas e 12 ficaram feridas, no final do ano passado.
Esse foi o recado do coronel Fronzio Calheira, secretário municipal de Segurança Urbana, no encontro com representantes da Polícia Militar e da Secretaria de Estado da Segurança Pública e Defesa Social (Sesp) para discutir como vão atuar nos blocos de pré-carnaval clandestinos que estão se espalhando pela cidade.
“Se há um transtorno e alguém morre, esquece. Não pode ter uma Paraisópolis aqui na Capital. Minha maior preocupação é ter algum confronto de um agente público com alguém do público. Estaremos preparados para o uso de força maior, mas esse será o último recurso”, ressalta.
O secretário também frisa que, embora a prefeitura e as polícias estejam se mobilizando para evitar novos transtornos durante a passagem do bloco clandestino pela Praia do Canto e outros bairros, é importante que as famílias estejam atentas.
“Atender a esses convites de redes sociais é contraindicado. Se o jovem quer se divertir em um bloco de Carnaval, pesquise no site da prefeitura os blocos que estão autorizados. Esses, sim, têm estrutura e organização para que as pessoas possam se divertir. São locais mais seguros para brincar o Carnaval. Nos clandestinos, podem ser criminosos convocando”, alerta.

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