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Taxa de desemprego no ES atinge 3,1%, o menor patamar da série histórica

Taxa de desemprego no ES atinge 3,1%, o menor patamar da série histórica

A população desocupada foi estimada em 65 mil pessoas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apresentando queda de 21,8% em relação ao trimestre anterior

Publicado em 15 de agosto de 2025 às 18:14

Carteira de trabalho digital
Mais de um milhão de pessoas trabalham no setor privado, mas apenas 767 mil têm carteira assinada Crédito: Bruno Peres/Agência Brasil

A taxa de desocupação no Espírito Santo no segundo trimestre de 2025 atingiu o menor patamar da série histórica, iniciada em 2012. O resultado foi de 3,1%, segundo dados da Pesquina Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad-C), divulgada nesta sexta-feira (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Conforme o estudo, a taxa apresentou queda de 0,9 ponto percentual em relação ao trimestre anterior e de 1,4 ponto percentual em relação ao segundo trimestre de 2024 (quando foi de 4,5%). No Brasil, o índice ficou em 5,8%, também a menor desde 2012.

No Estado, a população desocupada foi estimada em 65 mil pessoas, apresentando queda de 21,8% (o que corresponde a 18 mil pessoas a menos) em relação ao trimestre anterior e apresentando queda de 32,7% (o que corresponde a 32 mil pessoas a menos) em relação ao segundo trimestre de 2024.

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Taxa de desemprego no ES atinge 3,1%, o menor patamar da série histórica

O número de desalentados (pessoas acima de 14 anos sem ocupação e que não buscam um trabalho) foi de 18 mil pessoas, permanecendo estável em relação ao trimestre anterior e em relação ao segundo trimestre de 2024.

A população ocupada foi estimada em 2,039 milhões de pessoas, permanecendo estável em relação ao trimestre anterior e ao segundo trimestre de 2024. No setor privado, estão empregadas 1,074 milhão de pessoas, sendo 767 mil com carteira assinada e 307 mil sem contrato de trabalho. Ao todo, o Espírito Santo tem 779 mil na informalidade, entre empregados e empreendedores.

Já o rendimento médio mensal real habitual de todos os trabalhos chegou a R$ 3.469, ficando R$ 20 maior em relação ao primeiro trimestre do ano. 

A população fora da força de trabalho foi estimada em 1,261 milhão de pessoas, permanecendo estável em relação ao trimestre anterior e apresentando aumento de 8,0% (o que corresponde a 93 mil pessoas a mais) em relação ao segundo trimestre de 2024.

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