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Seis empresas seguem disputa para gestão de fundo de R$ 250 milhões do ES

Companhias foram selecionadas pelo Bandes para participar da terceira fase. Empresa escolhida vai administrar recursos de venture capital para aquisição de negócios no ES

Publicado em 03/08/2021 às 13h18
Data: 06/12/2019 - ES - Linhares - Estação de tratamento de petróleo da Petrobras Fazenda Alegre
Estação de tratamento de petróleo no Norte do ES: produção em terra e no mar geram royalties para o Estado. Crédito: Carlos Alberto Silva

Banco de desenvolvimento do Espírito Santo (Bandes) divulgou o resultado da segunda fase da chamada pública para seleção de empresa gestora do Fundo de Investimento em Participação (FIP), vinculado ao Fundo Soberano. O banco coordena o processo seletivo para a gestora que estruturará o FIP Funses 01, um fundo na modalidade venture capital multiestratégia.

A Comissão de Avaliação, de acordo com os critérios qualificatórios/eliminatórios e classificatórios estabelecidos no edital, definiu as seis empresas que participarão da terceira fase da chamada pública. Nesta etapa, as gestoras farão apresentação oral das propostas e serão avaliadas por uma comissão.

A gestora de venture capital selecionada administrará um fundo de investimento, constituído exclusivamente com os recursos do Fundo Soberano (Funses), que é uma poupança formada com dinheiro dos royalties e participações especiais do petróleo. Esse fundo será um dos maiores da categoria no país, com aporte inicial de R$ 250 milhões.

O diretor-presidente do Bandes, Munir Abud de Oliveira, destaca que a criação de um fundo de investimentos vinculado ao Fundo Soberano permite a potencialização de novos investimentos no Estado.

“A iniciativa é estratégica na gestão pública e está na vanguarda das políticas de desenvolvimento, aliando progresso econômico com responsabilidade social. O que o novo fundo nos permite é, a partir do investimento de receitas provenientes da indústria do petróleo e do gás natural, buscar a atração de novos negócios, com emprego e renda para população”, explica.

A gestora selecionada terá um papel importante em todo o processo, sendo responsável pela análise das empresas, valoração, negociação, investimento, aceleração e desinvestimento. Via de regra, após a análise, negociação e diligências, o Fundo adquire um percentual de suas ações, ou seja, o FIP prospecta empresas e entra como sócio acionista por um período determinado.

“O Fundo, como acionista, traz experiência e boas práticas que apoiam a gestão e a governança da empresa. Assim, com o tempo, a empresa ganha expertise e resultados”, complementa o diretor-presidente.

  • Antera Gestão de Recursos Ltda;
  • Confrapar / SPE Nascenti S.A;
  • Garin Investimentos Ltda e Lótus Investimentos Ltda (Consórcio);
  • KPTL Investimentos Ltda;
  • Portcapital Gestora e Consultoria de Recursos Ltda;
  • Trivèlla M3 Investimentos S.A.

Com informações do Bandes

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