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Publicado em 25 de julho de 2025 às 19:00
Caso as tarifas de 50% impostas pelos Estados Unidos sobre os produtos brasileiros passem mesmo a vigorar a partir de 1º de agosto, o Brasil tem condição de se adaptar se a situação não for resolvida de forma diplomática. Essa é a avaliação do CEO do Banco XP, José Berenguer. >
Em análise sobre o cenário geopolítico e seus desdobramentos econômicos, o executivo considerou, em conversa com a imprensa no primeiro dia do festival de investimentos Expert XP, em São Paulo, que a discussão em torno das tarifas é “uma bobagem”.>
“Diplomacia é diálogo, é conversa, é chegar ao acordo, não ficar medindo quem tem mais poder”, afirma o executivo. Ele acredita que essa postura de confronto dará lugar à sensatez e ao consenso, o que levará a uma diminuição da pressão tarifária.>
Mesmo na hipótese de que a tarifa seja implementada e mantida como proposta, Berenguer expressa confiança na capacidade do Brasil de lidar com a situação. Ele destaca que "o país tem recursos, tem mercado consumidor e vai estar bem". >
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Em termos de variáveis macroeconômicas, Berenguer considera que o Brasil vai ser cada vez mais uma boa alternativa de investimento. “A gente imagina que vai haver uma certa migração do mercado americano, principalmente, que atraiu muitos recursos nos últimos 20, 25 anos para mercados emergentes e o Brasil vai se beneficiar desse curso”, destaca.>
Já Thiago Maffra, CEO da XP Inc., falou sobre as perspectivas do futuro da empresa. Para o longo prazo, a XP tem o objetivo de alcançar 20% da fatia do mercado de investimentos até 2033. >
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