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Isolamento

Veja como está a obra para abrigar doentes com Covid no Sambão do Povo

O centro de quarentena projetado pela Prefeitura de Vitória vai funcionar, inicialmente, por seis meses e deve atender cerca de 800 pessoas nesse período

Publicado em 18 de Junho de 2020 às 15:56

Redação de A Gazeta

Publicado em 

18 jun 2020 às 15:56
Vitória - ES - Local no Sambão do Povo onde a Prefeitura irá montar uma estrutura para abrigar doentes de Covid-19.
O centro de quarentena, no Sambão do Povo, deve começar a funcionar na próxima quarta (24) Crédito: Vitor Jubini
Veja como está a obra para abrigar doentes com Covid no Sambão do Povo
O centro de quarentena, idealizado para abrigar até 50 pessoas diagnosticadas com a Covid-19 em Vitória, deve começar a atender os pacientes na próxima quarta-feira (24). A estrutura de isolamento está sendo montada nos camarotes do Sambão do Povo, no bairro Mário Cypreste, na Capital. A ação foi planejada pelo Comitê de Gerenciamento das Políticas Sociais dos Impactos Causados pela Covid-19 e vai integrar, principalmente, as secretarias municipais de Saúde e Assistência Social.
De acordo com Bruno Toledo, coordenador do Comitê, a Saúde identifica os pacientes que testaram positivo para o novo coronavírus enquanto a Assistência Social avalia o perfil de vulnerabilidade social dos doentes. 
Toledo explicou que o centro é considerado uma estratégia de contenção da velocidade da contaminação do vírus e oferta de cuidado às pessoas mais vulneráveis à Covid. Ele ressalta que o espaço não vai funcionar como hospital, sendo que serão admitidos somente os pacientes que apresentem sintomas leves e que não tenham a necessidade de internação hospitalar.
“Imagine um idoso acamado, diagnosticado com a Covid, que more sozinho. Se alguém for cuidar dele, pode ser contaminado também. Então esse idoso vai para o centro de quarentena. Uma pessoa de comunidade de vulnerabilidade social que convive com outras 10 pessoas em dois cômodos e não consegue se isolar, também deverá ser atendida. Se essas pessoas não podem se isolar, vão contaminar outras de forma exponencial. Uma das estratégias do centro é conter a disseminação da doença", reforçou Toledo.

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