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Publicado em 14 de agosto de 2025 às 18:24
Com apenas nove anos, Maria Antônia Machado Perim, de Castelo, no Sul do Espírito Santo, já colocou o Estado no mapa da matemática mundial. A capixabinha conquistou, em julho, medalha de prata na Copernicus, uma das maiores competições do mundo e reuniu mais de 600 participantes de vários países, dentro da Universidade de Columbia, em Nova Iorque, nos Estados Unidos. >
"Tava (sic) muito difícil, porque eles mudaram o cronograma de uma hora para outra. Antes, eram 20 questões de múltipla escolha, depois, todas passaram a ser".>
E, mesmo com as dificuldades, ficou muito bem colocada. O interesse pela matemática surgiu cedo. Fã de desafios de lógica, Maria, que tem um QI (quociente de inteligência) de 150, muito acima da média, teve a superdotação descoberta quando tinha apenas dois anos. >
A rotina de estudos e competições é intensa. Apenas neste mês de agosto, a menina participará de quatro olimpíadas de Matemática, segundo a mãe Flávia Machado Mariano.>
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“É uma atrás da outra. Vai fazer OBMEP Mirim, faz internacional, faz no Brasil… Para a gente, ela tem uma válvula de escape onde ela tem um reconhecimento, porque a superdotação faz a pessoa se sentir um pouco diferente, e ela se encontrou (na matemática).” >
E o esforço tem dado resultados. Além da Copernicus, Maria Antônia acumula medalhas em disputas internacionais, como em Singapura e Tailândia, e nacionais. O segredo, segundo a criança, é simples, e nem envolve superdotação.>
“É só começar. Estudar e ter disciplina”, frisou a pequena, que, nesta quinta-feira (14), embarca para São Paulo, onde participará de mais um desafio, na Universidade de Campinas, no fim de semana.>
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