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Inquérito Sorológico

Covid-19: contaminados no ES não tinham por hábito higienizar embalagens

O segundo inquérito sorológico apontou que a maioria dos infectados não lavava as compras e nem fazia o  uso de máscaras

Publicado em 03 de Agosto de 2020 às 16:24

Redação de A Gazeta

Publicado em 

03 ago 2020 às 16:24
Mulher usando máscara e álcool em gel
Mulher usando máscara e álcool em gel Crédito: siraphol s. / Freepik
O segundo Inquérito Sorológico realizado no Espírito Santo apontou que a maioria das pessoas que foram contaminadas pelo novo coronavírus não tinha o hábito de higienizar embalagens dos produtos adquiridos em compras. 
Covid-19 - contaminados no ES não tinham por hábito higienizar embalagens
resultado da primeira fase deste segundo inquérito foi apresentado, na tarde desta segunda-feira (03),  pelo secretário de Saúde, Nésio Fernandes.  Realizado entre os dias 27 a 29 de junho,  a pesquisa realizou 8.374 testes, distribuídos pelos municípios de Afonso Cláudio, Alegre, Cachoeiro de Itapemirim, Cariacica, Colatina, Linhares, Marataízes, Nova Venécia, Santa Maria de Jetibá, São Mateus, Serra, Vila Velha e Vitória. Segundo a Sesa, a estimativa é que 262 mil capixabas já foram infectados pelo vírus. 
  "A positividade foi maior entre as pessoas que não fazem a higiene dos pacotes de mercadorias que trazem do supermercado. Esses indivíduos estão sujeito a uma maior exposição à doença, assim como quem não usa as máscaras também está entre os mais infectados", explicou Nésio Fernandes. 
As pessoas que saem mais de casa representam a maioria da população já infectada, segundo apontou o inquérito.  Quando se trata do perfil dos indivíduos que tiveram a Covid-19, mulheres e negros são os mais atingidos. 
"As mulheres continuam sendo a maioria dos positivados, assim como os pretos e pardos. Mantém também a característica de quem usa mais o transporte público ter um risco maior de contágio", explicou. 
Sobre a escolaridade dos testados, moradores que estudaram até a quarta série do ensino fundamental compõem a parcela mais representativa entre os infectados, assim como as que usam o transporte público.
Ainda de acordo com Nésio, quase metade dos infectados são assintomáticos. "Daqueles que testaram positivo, 47,6% foram assintomáticos. A perda do olfato é o sintoma mais comum, seguida  por tosse, fadiga, dores musculares e falta de ar", ressaltou. 

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