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Trinca em plataforma provoca vazamento de petróleo e navio é evacuado

A Petrobras nega que haja risco de naufrágio

Publicado em 27/08/2019 às 04h28
Atualizado em 28/08/2019 às 11h46
Navio-plataforma FPSO Cidade do Rio de Janeiro, que opera na Bacia de Campos. Crédito: Divulgação / Modec
Navio-plataforma FPSO Cidade do Rio de Janeiro, que opera na Bacia de Campos. Crédito: Divulgação / Modec

A Petrobras evacuou o navio plataforma FPSO Cidade do Rio de Janeiro, na Bacia de Campos, após identificar trincas no casco da embarcação. A Modec, empresa que opera a unidade, verificou “a presença de óleo no mar, com volume estimado em 6,6 metros cúbicos, além do vazamento identificado e já recolhido de 1,2 metro cúbico”.

Na nota divulgada em continuidade ao comunicado ao mercado, realizado pela Petrobras, na manhã desta segunda-feira (26), a companhia acrescentou que o recolhimento e a dispersão do óleo está sendo feito por sete embarcações, além de quatro de apoio e um helicóptero, para sobrevoo.

Ainda conforme a Petrobras, a Modec informou, que desde o início da ocorrência, foi constatado o aumento na extensão das trincas. Apesar disso, “o navio continua em posicionamento estável e em condições seguras, sob monitoramento permanente da Modec e da Petrobras”.

Segundo a petroleira, a FPSO Cidade do Rio de Janeiro está fora de operação desde o ano passado e em processo de saída da locação do campo de Espadarte, a 130 quilômetros da costa. A retirada das 107 pessoas embarcadas, iniciada no sábado (24) foi concluída nesta segunda-feira (26).

No comunicado ao mercado, na manhã desta segunda-feira (26), a Petrobras disse que a Modec, reportou, na sexta-feira (23), que após inspeção nos tanques externos da embarcação, verificou a existência de trincas no casco do navio, o que tinha provocado vazamento de aproximadamente 1,2 metro cúbico de óleo residual.

Na mesma mensagem, informou ainda que “em sobrevoo realizado na área após o evento não identificou mancha de óleo na superfície do mar”. Já naquele comunicado da manhã, apontava também que “após novas avaliações, em 26/08, foi identificado aumento na extensão das trincas.

A Petrobras comunicou a ocorrência às autoridades e vem apoiando a Modec nas ações de contingência”, indicou o comunicado.

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