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Taxa de subutilização da força de trabalho cai para 29,0%, diz IBGE

Taxa inclui desocupação, subocupação por insuficiência de horas e força de trabalho potencial, pessoas que não estão em busca de emprego, mas que estão disponíveis para trabalhar

Publicado em 28/01/2021 às 14h32
Home office, modelo de trabalho foi adotado pela maior parte das empresas devido a pandemia
Home office, modelo de trabalho foi adotado pela maior parte das empresas devido a pandemia. Crédito: Pixabay

A taxa composta de subutilização da força de trabalho caiu de 30,6% no trimestre móvel encerrado em agosto para 29,0% no trimestre móvel terminado em novembro, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgados nesta quinta-feira (28), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A taxa composta inclui a de desocupação, a de subocupação por insuficiência de horas e a da força de trabalho potencial, pessoas que não estão em busca de emprego, mas que estariam disponíveis para trabalhar. No trimestre móvel até outubro de 2019, a taxa de subutilização da força de trabalho estava em 23,3%.

Isso significa que faltou trabalho para 32,162 milhões de pessoas, que estavam na população subutilizada (que inclui desocupados, subocupados por insuficiência de horas e a força de trabalho potencial).

Esse contingente caiu 3,5% ante o trimestre móvel imediatamente anterior, com 1,157 milhão de pessoas a menos. Em relação a igual período de 2019, ainda registra um avanço de 21,0%, ou 5,586 milhões de pessoas a mais.

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