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Reação dos mercados

Otimismo com recuperação faz bolsa subir e dólar cair para R$ 4,856

Ibovespa teve o sétimo pregão consecutivo de alta, na maior sequência diária de ganhos em mais de dois anos, puxado pelo cenário positivo no exterior

Publicado em 08 de Junho de 2020 às 19:51

Redação de A Gazeta

Publicado em 

08 jun 2020 às 19:51
Data: 27/12/2019 - B3 Bolsa de Valores de Sâo Paulo
B3, a bolsa de valores de São Paulo, fechou em forte alta mais uma vez Crédito: B3/Divulgação
A expectativa de uma recuperação econômica mais rápida do que o esperado no pós-coronavírus segue ditando o otimismo do mercado financeiro. No Brasil, o dólar continuou em queda livre, com recuo de 2,6%, chegando a R$ 4,8560, menor valor desde 13 de março. O dólar turismo está a R$ 5,14.
Desde que atingiu o recorde nominal (sem contar a inflação), de R$ 5,90 em 13 de maio, a moeda americana acumulado queda de 17,75% na cotação, ou seja, R$ 1,04.
O cenário positivo no exterior levou o Ibovespa ao sétimo pregão consecutivo de alta, na maior sequência diária de ganhos em mais de dois anos. Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa encerrou o pregão com acréscimo de 3,17%, a 97.644, maior patamar desde 6 de março.
Investidores repercutem o relatório mensal de empregos nos Estados Unidos, divulgado na sexta (5). Ele mostrou uma queda inesperada na taxa de desemprego, reforçando a visão de que o pior dos danos econômicos causados pelo surto de vírus pode ter passado. Além disso, Estados Unidos e Europa retomam as atividades sem aumento no número de casos de coronavírus.
Nos EUA, apesar da onda de protestos antirracismo, a Bolsa de tecnologia Nasdaq superou a máxima histórica de fevereiro nesta segunda-feira (8), ao fechar a 9.924 pontos, alta de 1,13%.
Nesta sessão, o S&P 500, maior índice acionário americano, subiu 1,20%, apagou as perdas no ano e agora registra valorização de 0,3% em relação ao último pregão de 2019. Dow Jones teve alta de 1,7% e se aproxima de realizar o mesmo feito.

PROJEÇÃO

A trajetória de recuperação dos mercados levou a XP a mudar a projeção do Ibovespa para o fim de 2020, depois de reduzi-lo algumas vezes. De um preço-alvo de 94 mil pontos, a corretora vê o Ibovespa a 112 mil pontos, uma valorização de 15% em relação ao fechamento desta sessão.
"Apesar de vários riscos continuarem existindo (na economia global, riscos políticos e a crise da saúde que continua), acreditamos que ativos de risco devem sim continuar se recuperando. Isso porque enquanto a pandemia já começa a diminuir no mundo, as injeções de dinheiro por parte dos governos e Bancos Centrais continuarão no sistema no pós-pandemia. Já são mais de US$ 17 trilhões anunciados por governos em todo o mundo, o que representa 20% do PIB global - uma verdadeira bazuca!", diz relatório da XP.

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