Vai depender de muitos fatores. O PT está aberto para conversar e trabalhar nessa perspectiva para derrotar o bolsonarismo, em defesa do Brasil e da democracia. Pelo amor que temos à nossa pátria, é preciso colocar um basta nesse modelo bolsonarista perigoso que temos hoje no nosso país. Então é preciso que a gente entenda que o cenário de hoje não é o mesmo das últimas eleições. Se em 2022 nós teremos esses contornos novos nas eleições, nós não podemos agir como agimos no passado. Então, o PT, o PSB, o PDT, o PCdoB, o PSOL, enfim, todos esses partidos têm que fazer esse esforço para buscar uma alternativa que una essas forças políticas no 1º turno. Acho que não é impossível. Não é. O PT tem excelentes nomes. Mas precisamos considerar que outros partidos também têm seus nomes. São legítimos. E, se de tudo a gente não conseguir uma convergência no 1º turno, eu creio que é fundamental que haja um compromisso para que, aí sim, chegando uma candidatura desse campo no 2º turno, a gente possa somar forças para evitar a continuidade desse processo político autoritário que está em curso no Brasil hoje.