Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

Ano novo

Quem fui em 2022 e quem serei em 2023?

As duas perguntas dizem respeito a nossa identidade. A partir do que fizemos, da maneira como nos comportamos: quem eu fui? É o mesmo que quero ser no novo ciclo que se inicia?

Publicado em 29 de Dezembro de 2022 às 00:15

Públicado em 

29 dez 2022 às 00:15
Vinicius Figueira

Colunista

Vinicius Figueira

Duas perguntas interpelam uma mesma questão no início do último artigo neste antepenúltimo dia do ano: quem fui e quem serei. Uma pergunta no passado e outra no futuro, mas, na verdade, é uma pergunta que mora no presente, no hoje. A partir do hoje, olhamos para o ontem, e seguimos para o amanhã.
O fim de ano ou o início de um novo sempre suscita perguntas, reflexões, projetos, ideias, sonhos. E é muito bom que isso aconteça. Afinal, ano tem a ver com o diminutivo annulus = anel (que é redondo, circular), isto é, podemos ver o ano a partir de uma roda. A roda, o círculo, não tem começo nem fim. O grande risco é apenas seguirmos a roda, não olhar para outros ciclos, não evoluir, não crescer, não progredir. Permanecer ao invés de aventurar.
As duas perguntas que nos introduzem no dia de hoje à reflexão dizem respeito a nossa identidade. A partir do que fizemos, da maneira como nos comportamos: quem eu fui? É o mesmo que quero ser no novo ciclo que se inicia? A pergunta é intrigante porque, a partir dela, podemos traçar rumos, expectativas e planos para o novo ano a partir do que somos. Mas pode ser que cheguemos ao meio do outro ciclo, e muitas das coisas que traçamos no início não terão mais sentido no meio da roda que estaremos percorrendo.
Planejamos “para ver o que desejamos”, mas o sentido que a vida vai desenhando no meio do caminho está além das metas, objetivos e estratégias que traçamos para chegar à realização. Seguir o sentido que a vida está dando é a liberdade almejada. Deixar o papel e seguir o sentido. Deixar o papel e seguir outro rumo.
Dicas para começar 2023 com o pé direito
2023 é o início de um novo ciclo Crédito: Freepik
Planejar nos faz desejar, mas nem sempre o desejo é o que planejamos, talvez seja aquilo que vai despontando, nem no início e nem no final da roda do ano, mas no meio. Alguns dirão: celebrar o fim de um ano não é outra coisa do que celebrar a possibilidade de recomeçar. Verdade! No entanto, muitos recomeços não virão no início de um ano, mas no meio dele, ou em qualquer outro tempo, ainda que não esteja no cronos de um ano, mas de cada pessoa.
Os mineiros têm costume de repetir o ditado: o seguro morreu de velho. Talvez, também nós, capixabas, passamos boa parte da vida adotando esse lema de vida. Permanecer, para esse ditado, pode ser mais importante que aventurar, seguir o sentido que a vida está dando é que estamos encontrando nas coisas, no trabalho, na fé, na espiritualidade, na família, e por aí vai.
Mas todo recomeço nos leva a um começo, lá onde tudo começou ou pode começar, e assim fazer ou refazer o movimento que nos aponta ao novo que sempre terá lugar em nossas vidas.
Bons sentidos para 2023!

Vinicius Figueira

É publicitário. Uma visão mais humanizada dos avanços tecnológicos e das próprias relações sociais tem destaque neste espaço. Escreve às quintas

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem de destaque
Quem é o delegado da PF alvo de ordem do governo Trump para deixar os EUA
Veja como é a declaração do IR do MEI e por que categoria entrega dois documentos
Imagem de destaque
Frango malpassado: entenda os riscos à saúde e como evitar contaminações

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados