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Mobilidade

Praça do Cauê, gargalo viário de Vitória que há décadas desafia as autoridades

Apresentei e defendi estudo, com imagem ilustrativa, da ligação direta da Reta da Penha com a praça do pedágio – um benefício inestimável para a sociedade

Publicado em 17 de Setembro de 2023 às 05:00

Públicado em 

17 set 2023 às 05:00
Luiz Carlos Menezes

Colunista

Luiz Carlos Menezes

A Praça Cristóvão Jacques, mais conhecida como Praça do Cauê, na Praia de Santa Helena, em Vitória, continua sendo um grande desafio para as autoridades responsáveis pela mobilidade na Região Metropolitana de Vitória. O maior gargalo viário dessa região.
A Praça do Cauê é assim chamada devido à existência no local do Clube Cauê, construído pela Vale nos idos da antiga Companhia Vale do Rio Doce, naquela época proprietária de uma grande área naquela região.
Com a inauguração da Terceira Ponte, há 34 anos, o vertiginoso crescimento de Vila Velha durante esse tempo veio a transformar essa praça no principal problema viário da região metropolitana.
Ipês floridos chama atenção na cidade
Praça do Cauê, Praia de Santa Helena Crédito: Vitor Jubini
Como estudioso dos problemas das cidades, não reluto em afirmar: ainda que já tenhamos a volta do sistema aquaviário (já funcionando), o aumento do número de ciclovias e agora as seis faixas na Terceira Ponte – avanços que tanto defendi em artigos, entrevistas etc. – a Praça do Cauê continua sendo um grande desafio para as autoridades responsáveis pela eliminação desse gargalo viário.
Nesse sentido, apresentei e defendi estudo, com imagem ilustrativa, da ligação direta da Reta da Penha com a praça do pedágio – um benefício inestimável para a sociedade. Consistiria no prolongamento da Reta da Penha através da praça com uma pequena elevação de modo a permitir a passagem de pedestres sob essa elevação. Obra simples e de custo baixo, que pode ser executada sem maiores transtornos para o tráfego.
Em Guarapari, no bairro Muquiçaba, em condições bem menos favoráveis, essa solução foi adotada há alguns anos, ficando comprovada como uma proveitosa melhoria urbana.
Em 16 de agosto de 2021, A Gazeta publicou artigo em que escrevi que a Terceira Ponte com seis faixas e aumento do fluxo de tráfego mostraria de forma ainda mais evidente a necessidade da ligação direta da Reta da Penha com a praça do pedágio. Pergunto ao leitor: não é isso que podemos ver hoje?
Com efeito, a falta dessa ligação direta, ao ter se tornado um dos maiores óbices à mobilidade metropolitana, é um problema que precisa ser encarado e solucionado o quanto antes. Mormente agora, com a inauguração das seis faixas na Terceira Ponte e aumento do fluxo de veículos nessa travessia.
Enfim, esta praça continua sendo um dos principais entraves viários da Capital. Infelizmente, sem uma solução no horizonte.

Luiz Carlos Menezes

É engenheiro civil, empresário e conselheiro da Ademi-ES. Desenvolvimento urbano, tráfego e mobilidade urbana são os destaques deste espaço. Escreve quinzenalmente, às segundas

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