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Vitória

É possível melhorar o trânsito da região da Praia do Canto sem gastar muito

Eliminação de rotatórias nas vias de maior tráfego, como a Chapot Presvot, é uma das medidas, pois já se tornaram incompatíveis com o atual volume de tráfego

Publicado em 11 de Outubro de 2021 às 02:00

Públicado em 

11 out 2021 às 02:00
Luiz Carlos Menezes

Colunista

Luiz Carlos Menezes

Rua José Teixeira, uma das vias comerciais mais importantes da Praia do Canto
Rua José Teixeira, uma das vias comerciais mais importantes da Praia do Canto Crédito: Google Maps
Com o aumento da população vacinada contra a Covid 19, e a consequente diminuição dos novos casos da doença, o trânsito na Região Metropolitana da Capital praticamente retornou aos níveis anteriores à pandemia.
Voltamos, portanto, a conviver com os insuportáveis engarrafamentos nas horas pico de tráfego, que tanto prejudicam a qualidade de vida dos moradores da Grande Vitória – principalmente na região da Praia do Canto e da Enseada do Suá.
Mas tenho boas noticias para o leitor: a Prefeitura de Vitória está empenhada no enfrentamento desse problema e já está desenvolvendo estudos com vistas à realização, em curto prazo, de importantes melhorias no sistema viário dessa região.
São intervenções na malha viária da Enseada do Sua, compreendendo melhorias nos acessos à Terceira Ponte, na ligação da Ilha do Boi com a Av. Nossa Senhora dos Navegantes e um conjunto de mudanças voltadas para favorecer o fluxo de veículos nessa região.
Por oportuno, diante dessa importante iniciativa da prefeitura, venho reiterar outras medidas por mim já sugeridas anteriormente, também de grande importância para a melhoria do tráfego na região dos bairros Praia do Canto e Santa Lúcia.
Vale ressaltar, são medidas de baixo custo que, além de trazerem melhor fluidez para o tráfego, proporcionarão melhoria da qualidade de vida para os moradores desses dois bairros. São elas:
  1. Projeto de redefinição do cruzamento da Reta da Penha com a Av. Rio Branco, principal problema viário dessa região, onde nas horas pico de tráfego são formados grandes engarrafamentos diários; 
  2. Eliminação de rotatórias nas vias de maior tráfego – como na Chapot Presvot e outras em situação similar –, substituindo-as por faixas elevadas para travessia de pedestres / redutoras de velocidade (hoje, boa parte dessas rotatórias já se tornaram incompatíveis com o atual volume de tráfego); 
  3. Implantação de mão única em algumas ruas, como forma a de viabilizar a eliminação de semáforos de três tempos, tão prejudiciais ao tráfego e perigosos para os pedestres;
  4.  Alargamento de calçadas nas ruas que vierem a ser transformadas em mão única visando maior segurança para os pedestres e a criação de ciclorrotas para incentivo ao uso da bicicleta.
São medidas que, ao lado do aumento do número de faixas de tráfego na Terceira Ponte, da implantação do Aquaviário e das melhorias a serem implantadas na Enseada do Suá, trarão, na região de maior concentração de tráfego da cidade, um considerável alívio para este angustiante problema.

Luiz Carlos Menezes

É engenheiro civil, empresário e conselheiro da Ademi-ES. Desenvolvimento urbano, tráfego e mobilidade urbana são os destaques deste espaço. Escreve quinzenalmente, às segundas

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