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Judiciário

Quem deve ser o novo desembargador do Tribunal de Justiça do ES

Após a aposentadoria do decano da Corte, surgiu uma vaga a ser preenchida pelo critério de merecimento

Publicado em 21 de Novembro de 2022 às 02:10

Públicado em 

21 nov 2022 às 02:10
Letícia Gonçalves

Colunista

Letícia Gonçalves Letícia Gonçalves
Plenário do Tribunal de Justiça do Espírito Santo
Pleno do Tribunal de Justiça do Espírito Santo Crédito: Fernando Madeira
O então decano – o membro mais antigo – do Tribunal de Justiça do Espírito Santo, Adalto Dias Tristão, despediu-se da Corte no último dia 10. Ao completar 75 anos, a aposentadoria no serviço público é obrigatória. Isso abriu mais uma vaga no Pleno do Tribunal.
A cadeira vai ser preenchida por um juiz pelo critério de merecimento. Um nome é dado como certo, o do juiz Ubiratan Almeida Azevedo, da  2ª Vara da Fazenda Pública Municipal de Vila Velha.
Azevedo já figurou duas vezes na lista dos três nomes mais votados para a promoção para desembargador. Se aparecer mais uma vez consecutiva, ele ascende na carreira automaticamente.
E é bem provável que isso ocorra. Para virar desembargador, neste caso, Ubiratan Azevedo não precisaria ser o mais votado da lista, apenas estar entre os três preferidos.
Quem vota nos candidatos são os atuais desembargadores. A coluna conversou com alguns deles e a aposta é na promoção de Azevedo. 
O juiz já atuou como desembargador substituto no TJES. 
A eleição deve ocorrer ainda este ano.
O TJES tem, ao todo, 30 cadeiras de desembargador.
Em setembro, após as aposentadorias de dois deles, outros dois juízes foram promovidos: Raimundo Siqueira Ribeiro, pelo critério de antiguidade, e Sergio Ricardo de Souza, por merecimento.
O NOVO DECANO
Após a aposentadoria de Adalto Tristão, o decano do TJES é o desembargador Manoel Alves Rabelo

Letícia Gonçalves

Letícia Gonçalves Letícia Gonçalves

Graduada em Jornalismo pela Universidade Federal do Espírito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2006, como estagiária no site Gazeta Online/CBN Vitória. Em 2008, passou a atuar como repórter da rádio. Em 2012, migrou para a editoria de Política de A Gazeta, tambem como repórter. Exerceu a função de editora-adjunta de 2020 ate 2021, quando assumiu a coluna Letícia Goncalves.

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