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Aliados

Pazolini convida Coronel Ramalho para ser secretário de Meio Ambiente de Vitória

Ex-secretário de Segurança Pública do governo Casagrande (PSB) é filiado ao PL desde o ano passado e está inclinado a aceitar a proposta do prefeito da Capital

Publicado em 26 de Março de 2025 às 16:04

Públicado em 

26 mar 2025 às 16:04
Letícia Gonçalves

Colunista

Letícia Gonçalves

Coronel Ramalho, Lorenzo Pazolini e Erick Musso
Coronel Ramalho, Lorenzo Pazolini e Erick Musso Crédito: Instagram/@lorenzopazolini
Ex-secretário estadual de Segurança Pública do governo Renato Casagrande (PSB), Coronel Ramalho (PL) foi convidado pelo prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini (Republicanos), para comandar a pasta de Meio Ambiente da Capital. A proposta foi feita nesta quarta-feira (26) e o martelo deve ser batido na sexta (28). O coronel da reserva da PM está inclinado a aceitar.
"É um desafio grande, porque sou da área da Segurança, mas estou animado. Preciso conversar com a minha família e com o partido sobre isso", afirmou Ramalho à coluna, após se reunir com Pazolini e com o secretário municipal de Governo, Erick Musso.
O atual secretário de Meio Ambiente de Vitória é Tarcísio José Föeger, considerado um quadro técnico.
Pazolini é um possível candidato ao governo do Espírito Santo em 2026, cenário em que seria adversário direto do grupo de Casagrande, que também vai lançar um nome, provavelmente Ricardo Ferraço (MDB). Mas desde o ano passado Ramalho já não integra a base governista.
Ele, que era do Podemos, filiou-se ao oposicionista PL e disputou a Prefeitura de Vila Velha em 2024. Ramalho poderia ter concorrido em Vitória, contra Pazolini. Aliás, era justamente o que o Podemos queria.
Mas o ex-secretário de Segurança Pública decidiu encarar Arnaldinho Borgo (então filiado ao Podemos), que foi reeleito com 79% dos votos.  
O fato de Ramalho não ter topado se lançar na corrida na Capital já foi uma ajuda, ainda que indireta, a Pazolini. Com um adversário a menos, o prefeito da Capital foi reconduzido ao cargo já no primeiro turno.
Depois disso, houve sinais de aproximação entre o coronel e a gestão municipal. Recentemente, duas pessoas que trabalharam na campanha de Ramalho foram nomeadas em cargos comissionados na Prefeitura de Vitória. 
O convite a Ramalho, agora, completa o ciclo. 
O coronel ressaltou à coluna que a eventual ida dele para o primeiro escalão da Prefeitura de Vitória não é fruto de negociação entre os dois partidos: "A conversa é Ramalho e Pazolini".
Mas Magno vai ser consultado, "para ver se não tem nenhuma objeção". Ainda que a futura nomeação de Ramalho não seja uma indicação direta do PL, significa, sim, um reforço dos laços do prefeito de Vitória com políticos mais à direita, como os abrigados no Partido Liberal.
2026
Erick Musso, além de secretário de Governo, é presidente estadual do Republicanos e o principal articulador político do prefeito. Ele tem conversado com diversas lideranças políticas para viabilizar a candidatura de Pazolini ao governo no ano que vem. 
No último dia 17, por exemplo, Erick e Pazolini anunciaram a ex-deputada federal Soraya Manato (PP) como secretária de Assistência Social, o que atraiu para o palanque do prefeito o marido da ex-parlamentar, o também ex-deputado federal Carlos Manato (PL).
Ramalho está a um passo de ser mais um reforço nessa engrenagem. 
"Essa pauta de eleição do ano que vem está muito antecipada. O prefeito mesmo não falou nada disso", ponderou o coronel da reserva da PM.
"Se eu aceitar o convite, lógico que vou estar no projeto dele para 2026"
Coronel Ramalho (PL) - Ex-secretário estadual de Segurança Pública
Além de apoiar Pazolini na corrida pelo Palácio Anchieta, o coronel, assumindo a secretaria, ganha mais visibilidade e poder de articulação para colocar em prática os próprios planos eleitorais.
Ele é um possível candidato a deputado federal no ano que vem, mesmo cargo que disputou em 2022.

Letícia Gonçalves

Graduada em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2006, como estagiaria no Gazeta Online/ CBN Vitoria. Em 2008, passou a atuar como reporter da radio. Em 2012, migrou para a editoria de Politica de A Gazeta, tambem como reporter. Exerceu a funcao de editora-adjunta de 2020 ate 2021, quando assumiu a coluna Leticia Goncalves.

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