"Aqui temos um diretório eleito. Não acredito que Brasília vai tentar fazer interferência para impor uma candidatura", afirmou à coluna, nesta terça-feira (31).
O próprio prefeito de Cariacica, até aquela data, era pré-candidato a uma cadeira na Câmara Alta, mas desistiu de concorrer.
Ele reafirmou, nesta terça, que a prioridade do MDB é a eleição de Ricardo Ferraço ao governo do Espírito Santo:
Já o MDB nacional foi enfático, em publicação no X (antigo Twitter):
Está evidente, portanto, um conflito interno na sigla, entre os ditames da direção nacional e os da estadual.
A primeira topa lançar duas candidaturas majoritárias ao mesmo tempo no Espírito Santo — ao governo e ao Senado.
A segunda prefere ter apenas candidato ao Palácio e, assim, abrir espaço para outros partidos aliados na corrida por uma vaga de senador.
Ricardo foi reconduzido como presidente estadual, mas como está prestes a assumir o governo do estado, após a renúncia de Renato Casagrande (PSB), vai dar lugar, no partido, ao 1º vice, Euclério.
O comando estadual tem mandato até março de 2028, de acordo com o site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Se fosse um órgão provisório, não eleito, uma eventual intervenção nacional para garantir a candidatura de Rose ao Senado seria juridicamente mais simples e mais provável.