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Leonel Ximenes

Poluição do ar em Vitória já supera a da época da pré-pandemia

Estações de monitoramento do Centro e da Enseada do Suá constataram, em outubro, índices piores que os apresentados em fevereiro

Publicado em 06 de Dezembro de 2020 às 05:00

Públicado em 

06 dez 2020 às 05:00
Leonel Ximenes

Colunista

Leonel Ximenes

Data: 06/02/2020 - ES - Vitória - Poluição Arcelor - Editoria: Cidades - Foto: Ricardo Medeiros - GZ
Poluição ambiental no completo industrial de Tubarão.  Crédito: Ricardo Medeiros - 6/2/2020
A vida voltou ao “normal” em Vitória, mesmo com a enxurrada de internações e as luzes amarelas e vermelhas acesas por causa da pandemia da Covid-19. E um indicador que revela isso é a poluição do ar, medido pelas estações de qualidade do ar do Centro e da Enseada do Suá, que monitoram o material particulado de 10 micrômetros de diâmetro.
Traduzindo: trata-se de partículas que são inaláveis, ou seja, podem penetrar nas vias respiratórias superiores (pulmões) e prejudicar a saúde da população exposta. Em fevereiro, um mês antes de deflagrar a pandemia, a estação da Enseada do Suá teve uma média mensal de 20 microgramas por metro cúbico desse material. Em abril, chegou a cair para 15. Já em outubro, segundo o dado mais atualizado do Observa Vix, a medida já está em 21.
Poluição do ar em Vitória já supera a da época da pré-pandemia
A estação do Centro da Capital também mediu essas variações. Entre fevereiro e junho, a quantidade média mensal de microgramas por metro cúbico variou entre 13 e 14. Já em outubro, pôde-se constatar que este nível foi para 18, mostrando a intensa circulação na área.
Segundo as organizações de saúde, quando há a concentração, no período de 24 horas, de 0 a 50 microgramas por metro cúbico material particulado de 10 micrômetros de diâmetro, a qualidade do ar é boa, mas há observações.
Em locais com qualidade do ar boa ou moderada, as pessoas integrante de grupos sensíveis (crianças, idosos e indivíduos com doenças respiratórias e cardíacas) podem apresentar sintomas como tosse seca e cansaço. A população, em geral, não é afetada. As informações estão disponíveis no site do Iema.

Leonel Ximenes

Iniciou sua historia em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De la para ca, acumula passagens pelas editorias de Policia, Politica, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Tambem atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 e colunista. E formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo.

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