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Leonel Ximenes

Multidão, correria, filas e calor em inauguração de supermercado no ES

Veja o vídeo: consumidor enfrentou uma maratona para conseguir comprar produtos com preços promocionais na abertura da loja

Públicado em 

12 abr 2023 às 18:26
Leonel Ximenes

Colunista

Leonel Ximenes

Multidão se espreme para comprar batatas no supermercado
Multidão se espreme para comprar batatas no supermercado Crédito: Redes sociais
A etiqueta ficou de lado, o calor insuportável foi ignorado, as filas imensas foram vencidas com bastante valentia. O que o consumidor não faz para encarar todas essas condições adversas e aproveitar as promoções de inauguração de um supermercado? Foi assim nesta quarta-feira (12) em Cachoeiro de Itapemirim. Aos fatos.
A maratona já começava do lado de fora com o estacionamento lotado e as filas que se formavam na entrada da filial do Supermercado Jucy, que abriu sua primeira unidade na Capital Secreta - o grupo tem lojas também em Marataízes e Piúma.
Vencido o primeiro obstáculo, era hora de encarar outra multidão ávida por preços baixos em prateleiras e gôndolas. Tinha amaciante a R$ 4,99, a aristocrática fruta pitaya a 99 centavos/100g, manteiga a R$ 7,99, macarrão a R$ 3,99 - uma festa.
Mas para alcançar o nirvana dos preços baixos a multidão teve que suar - literalmente. A temperatura no interior do supermercado era ainda mais alta que a da tórrida Cachoeiro. E em se tratando da terra do Rei, não é pouca coisa.
“Parecia estouro de boiada”, compara uma dona de casa, que não quis ser identificada, que ficou na loja das 9h às 11h. “As filas eram imensas nos caixas, teve gente que aproveitou para fazer compras imensas”, entregou a consumidora.
A batata-inglesa, um dos maiores alvos dos compradores, acabou logo. Uma outra remessa teve que chegar de caminhão para repor o estoque do tubérculo que foi vendido a 99 centavos.
Mas, o melhor da história: apesar de todo esse tumulto, não houve registro de brigas, bate-bocas e quebra de itens do supermercado, algo muito comum, por exemplo, em inaugurações no Rio de Janeiro.
O máximo de dano que houve foram roupas amassadas, cabelos desalinhados e suor escorrendo pelo corpo. Mas quem se importa com isso? O consumidor quer mesmo é economizar e comer bem. Por falar nisso: e a picanha?

Leonel Ximenes

Iniciou sua história em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De lá para cá, acumula passagens pelas editorias de Polícia, Política, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Também atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 é colunista. É formado em Jornalismo pela Universidade Feedral do Espírito Santo.

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