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Leonel Ximenes

ES tem 57 candidatos a vereador com nome “Sargento” e 25 com “Cabo”

Apenas em Vila Velha, dez disputam a Câmara com nome "Sargento" registrado na Justiça Eleitoral

Publicado em 28 de Setembro de 2020 às 17:41

Públicado em 

28 set 2020 às 17:41
Leonel Ximenes

Colunista

Leonel Ximenes

Quartel da Policia Militar do ES
Quartel  do  Comando-Geral da PM em Maruípe Crédito: Carlos Alberto Silva
Parece que os policiais e bombeiros militares tomaram mesmo gosto pela política com a eleição do capitão da reserva Jair Bolsonaro para a presidente da República, em 2018. Segundo a listagem oficial do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nada menos que 57 candidatos a vereador, em 28 municípios do ES, tem em seu registro o nome “Sargento”; o nome “Cabo” foi registrado por 25 postulantes.
A grande maioria dos “Sargentos” disputa a eleição por partidos de direita. Mas Mimoso do Sul é exceção: tem um do PT, o Sargento Max (não confundir com Marx). Em Cariacica, só o PTC lançou quatro dos cinco candidatos com essa patente no nome.
A cidade campeã de candidatos com o nome Sargento é Vila Velha, que tem 10 concorrendo ao Legislativo municipal. Apesar da presença maciça na eleição proporcional, não há registro de Sargento e Cabo disputando prefeituras no Espírito Santo.
Outras patentes estão na luta por uma vaga de legislador municipal no ES. Até o mais alto posto da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar tem seus representantes: concorre como “Coronel” dois candidatos em Vitória e um na Serra.
No time dos militares, tem apenas um candidato com o nome “Soldado” registrado, em Cariacica; oito são “Tenentes” ou Subtenentes em 10 municípios e seis cidades têm um “Capitão” em cada uma delas.
Além da eleição de Bolsonaro ter influenciado o ativismo político dos militares, contribuiu também no ES a politização da Polícia Militar desde a greve de fevereiro de 2017 e a criação do chamado "Projeto Político-Militar" em seguida. A partir dessa paralisação, as entidades representativas dos militares alcançaram um protagonismo maior que culminou com a anistia administrativa, decretada pelo governador Casagrande (PSB) logo no começo do seu governo, aos PMS que estavam sendo processados pela participação do movimento.

Leonel Ximenes

Iniciou sua historia em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De la para ca, acumula passagens pelas editorias de Policia, Politica, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Tambem atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 e colunista. E formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo.

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