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Mudança

Após 25 anos no Terca, Sidemar Acosta deixa a empresa de logística

Sidemar atuava há 16 anos como diretor-executivo do centro logístico e industrial aduaneiro instalado em Cariacica

Publicado em 22 de Junho de 2021 às 02:00

Públicado em 

22 jun 2021 às 02:00
Beatriz Seixas

Colunista

Beatriz Seixas

Sidemar Lima Acosta atuou no Terca por 16 anos
Sidemar Lima Acosta atuou na direção do Terca por 16 anos Crédito: Divulgação
Depois de 25 anos no Terca, sendo 16 deles no cargo de diretor-executivo, Sidemar Lima Acosta deixa a direção da empresa de logística para seguir novos desafios dentro do setor de comércio internacional do Espírito Santo. A decisão foi tomada em comum acordo com a atual gestão.
À frente do terminal alfandegado de zona secundária – instalado em Cariacica e em operação desde 1994 –, ele foi responsável pela movimentação nos últimos três anos de mais de 30 mil contêineres e de 72 mil automóveis, além de participar ativamente das operações de importações de veículos pelos portos capixabas e da implantação da Zona Franca de Manaus no Estado.
“Acredito muito no desenvolvimento do setor de comércio exterior e do Espírito Santo, Estado que abracei como minha terra”, disse Sidemar, que é do Rio Grande do Sul. Atualmente, ele é presidente do Sindicato do Comércio de Exportação e Importação do Espírito Santo (Sindiex) e faz parte de mais de oito entidades.
Por enquanto, o executivo não revelou qual será o seu novo destino profissional, mas a expectativa é que ele continue atuando em uma empresa com atividades no Estado. 
Vista aérea do Terca Armazéns Gerais, centro logístico e industrial aduaneiro (Clia) instalado há 25 anos em Cariacica
Vista aérea do Terca Armazéns Gerais, centro logístico e industrial aduaneiro (Clia) instalado há 25 anos em Cariacica Crédito: Terca/Divulgação

O TERCA

O Terca Armazéns Gerais, centro logístico e industrial aduaneiro (Clia) instalado há 25 anos em Cariacica, foi adquirido recentemente por um dos maiores operadores logísticos do Brasil, o grupo goiano Transzilli.
Como a coluna noticiou em primeira mão, em abril deste ano, o complexo - com mais de 500 mil metros quadrados - vai passar por melhorias na infraestrutura e na aplicação de novas tecnologias a partir de investimentos da ordem de R$ 65 milhões nos próximos dois anos. 

Beatriz Seixas

Jornalista de A Gazeta, há mais de 10 anos acompanha a cobertura de Economia. É colunista desde 2018 e traz neste espaço informações e análises sobre a cena econômica

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