Mesmo diante de todo o início turbulento enfrentado pelo Banestes neste ano – como a prisão do ex-presidente Vasco Cunha –, o banco seguiu com as suas atividades e fechou o semestre com um resultado 34% superior ao do mesmo período de 2018.
O lucro líquido, de R$ 109 milhões, poderia ter sido ainda maior se não fosse o provisionamento extra de R$ 12 milhões feito pela instituição. O volume, de acordo com o presidente Amarildo Casagrande, demonstra que o banco está sendo conservador. Mas, segundo ele, não significa que haverá grandes oscilações em relação à inadimplência.
A antecipação de possíveis créditos que podem vir a não ser honrados no segundo semestre é consequência de operações feitas principalmente com empresas.
O diretor de Relações com Investidores e de Finanças, Fernando Poncio, afirmou que existem quatro companhias que estão sendo mapeadas e representam um volume maior. “Em uma delas, a gente já se antecipou nesse primeiro semestre e fez uma provisão para isso. As outras estão sob análise para este semestre fazer essa antecipação do risco mais por precaução.”