Os conselheiros acompanharam o voto dado pelo relator da matéria, Rodrigo Coelho. Os membros do TCES fizeram uma única determinação: alterar a redação do trecho do edital que proíbe que empresas em recuperação judicial participem do leilão de privatização. O Tribunal de Contas ainda fez três recomendações: aprofundar apuração das despesas com pessoal; ampliação do prazo para apresentação de propostas de 15 para, pelo menos, 30 dias; e refazer estimativa de custos com serviços de terceiros.
Avaliada em R$ 1,3 bilhão, a venda da ES Gás será a primeira privatização importante, com venda de ativos, realizada no Espírito Santo desde a Telest (Telecomunicações do Espírito Santo), em 1998.