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Energia

Prio faz acordo por campo de petróleo no Rio e acende alerta no ES

A Prio, que é a maior empresa independente de petróleo do Brasil, vai pagar US$ 1,91 bilhão por 40% do campo de Peregrino, que fica na Bacia de Campos

Publicado em 01 de Outubro de 2024 às 17:46

Públicado em 

01 out 2024 às 17:46
Abdo Filho

Colunista

Abdo Filho

Maquete de como vai funcionar tie-back interligando campos de petróleo
Maquete de como vai funcionar tie-back interligando campos de petróleo de Rio e ES Crédito: Leticia Orlandi
O anúncio da Prio, na última sexta-feira (27), de que chegou a um acordo para comprar 40% do campo de petróleo de Peregrino, na Bacia de Campos (Rio de Janeiro), acendeu um alerta dentro do setor produtivo capixaba. A Prio, que é a maior empresa independente de petróleo do Brasil, vai pagar US$ 1,91 bilhão (mais de R$ 10 bilhões) à chinesa Sinochem por 40% do campo. Caso a Equinor, detentora dos outros 60% (por isso tem a preferência de compra), não exerça esta possibilidade (que é o mais provável), companhia agregará 36 mil barris por dia à sua produção, hoje em 85 mil barris por dia.
E o que o Espírito Santo tem a ver com isso? Entre os investimentos prioritários da Prio está Wahoo, campo do pré-sal, com capacidade para produzir 40 mil barris por dia, que fica no extremo Sul do mar capixaba. A expectativa da empresa era começar a produzir no primeiro semestre de 2024, mas, por causa dos seguidos atrasos nas licenças ambientais e demais autorizações (servidores de ANP e Ibama entraram em greve este ano), o primeiro óleo ficou para, na melhor das hipóteses, para 2025.
Com um portfólio de investimento de US$ 3 bilhões (R$ 16,5 bi) para os próximos cinco anos, a Prio, claro, está buscando oportunidades com qualidade e com viabilidade. "A empresa tem compromissos com investidores em cima da expansão de sua produção. Enquanto Peregrino está em plena operação, o licenciamento do projeto capixaba não sai, tudo é uma questão de oportunidade e prioridade. O Espírito Santo, falo de empresas, entidades e governos, precisa estar atento para o que está acontecendo, podemos ver uma ótima oportunidade de ampliar imediatamente a nossa atividade escorrer por entre os dedos", afirmou um executivo do setor.

Abdo Filho

Graduado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2005, como estagiario de Entretenimento e Cursos & Concursos. Entre 2007 e 2015, foi reporter da CBN Vitoria e da editoria de Economia do jornal A Gazeta. Depois, assumiu o cargo de macroeditor de Politica, Economia e Brasil & Mundo, ja no processo de integracao de todas as redacoes da empresa. Em 2017, tornou-se Editor de Producao e, em 2019, Editor-executivo.

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