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Sustentabilidade

Marca Ambiental avança pelo Nordeste e vai investir de R$ 50 milhões

Empresa, que já responde por 50% da destinação de resíduos do Espírito Santo, enxerga boas possibilidades principalmente na Bahia

Publicado em 17 de Agosto de 2022 às 03:59

Públicado em 

17 ago 2022 às 03:59
Abdo Filho

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Abdo Filho

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Células de aterro sanitário da Marca Ambiental Crédito: Marca Ambiental/Divulgação
A Marca Ambiental, maior empresa do Estado em soluções para resíduos, responsável pela destinação de algo próximo a 50% do lixo produzido no Espírito Santo (possui unidades em Cariacica e Linhares), está com um agressivo plano de expansão rumo ao Nordeste. Serão aportados R$ 50 milhões nos próximos três anos. O movimento de expansão começou no final da década passada. De 2019 para cá foram investidos R$ 30 milhões.
A companhia possui, hoje, quatro aterros sanitários, também chamados de centro de valorização de resíduos. A intenção é construir mais quatro: Teixeira de Freitas (BA), São João del-Rei (MG), Governador Valadares (MG) e Senhor do Bonfim (BA). Outros dois, de menor porte, também estão no planejamento: Simões Filho (BA) e Paulista (PE).
"O Nordeste possui o maior déficit de gestão de resíduos do país. É um local que ainda convive com lixões, tem uma forte demanda por mais investimentos", assinala Gustavo Ribeiro, diretor da Marca.
Em sua área em Cariacica - são mais de 3 milhões de m2 -, estão sendo feitos investimentos na produção de energia elétrica a partir do metano liberado pelos resíduos, em uma unidade de biometano (que é um equivalente do gás natural) e em uma usina de reciclagem. Todo este pacote está dentro do aporte de R$ 50 milhões. A intenção da companhia é estar pronta para entrar forte no mercado de crédito de carbono, cada vez mais maduro no Brasil e no mundo.  

Abdo Filho

Graduado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2005, como estagiario de Entretenimento e Cursos & Concursos. Entre 2007 e 2015, foi reporter da CBN Vitoria e da editoria de Economia do jornal A Gazeta. Depois, assumiu o cargo de macroeditor de Politica, Economia e Brasil & Mundo, ja no processo de integracao de todas as redacoes da empresa. Em 2017, tornou-se Editor de Producao e, em 2019, Editor-executivo.

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