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Economia

Exportações do agronegócio explodem no Espírito Santo

Nos primeiros sete meses do ano, já foram vendidos US$ 1,8 bilhão para fora do Brasil, 85% do registrado durante todo o ano passado

Publicado em 29 de Agosto de 2024 às 16:22

Públicado em 

29 ago 2024 às 16:22
Abdo Filho

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Abdo Filho

O Terminal Portuário de Vila Velha (TVV), único terminal de contêineres do Estado, é administrado pela empresa Log-in Logística.  Por lá passam eletrodomésticos, insumos para a indústria de mineração e siderúrgica, e outros.
Navio atracado no Terminal Portuário de Vila Velha Crédito: Carlos Alberto Silva/Arquivo
O ano de 2023 foi histórico para o agronegócio do Espírito Santo. O valor dos produtos exportados no ano passado chegou a US$ 2,1 bilhões, 25% acima de 2022, um recorde. O clima, para 2024, era de otimismo, mas os números estão surpreendendo (positivamente). Nos primeiros sete meses do ano, já foram vendidos US$ 1,8 bilhão para fora do Brasil, 85% do registrado durante todo o ano passado.
"Temos tido bons resultados nas mais diversas culturas, mas o principal é o café, destacadamente o conilon, somos o maior produtor do Brasil e o conilon brasileiro está ganhando o mundo. No ano passado, conilon e arábica somados chegaram a US$ 1,03 bilhão exportados, mesmo valor alcançado de janeiro a julho. Um número extraordinário. Acreditamos que, no total, o agro capixaba vai exportar cerca de US$ 2,5 bi em 2024", assinalou o secretário de Estado da Agricultura, Enio Bergoli, que esteve no Tecnoagro, evento do setor organizado pela Rede Gazeta.
Em 2022, o agronegócio respondeu por 18,1% das exportações totais do Espírito Santo, em 2023, chegou a 22,4%, nos primeiros sete meses de 2024, alcançou 30,1%. "São números que mostram a força do que está acontecendo no Estado. Temos que continuar trabalhando da porteira para dentro e nos articulando para que a infraestrutura de escoamento melhore para dar conta da produção", disse Bergoli.

Abdo Filho

Graduado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2005, como estagiario de Entretenimento e Cursos & Concursos. Entre 2007 e 2015, foi reporter da CBN Vitoria e da editoria de Economia do jornal A Gazeta. Depois, assumiu o cargo de macroeditor de Politica, Economia e Brasil & Mundo, ja no processo de integracao de todas as redacoes da empresa. Em 2017, tornou-se Editor de Producao e, em 2019, Editor-executivo.

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