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Atos golpistas

Suíços se oferecem para consertar relógio destruído no Planalto

Relógio do século 17, feito pelo famoso relojoeiro francês Balthazar Martinot, foi trazido ao Brasil por dom João VI; ataques completam um mês nesta quarta (8)

Publicado em 08 de Fevereiro de 2023 às 17:05

Agência Brasil

Publicado em 

08 fev 2023 às 17:05
O governo brasileiro pode ter encontrado uma solução para recuperar o relógio do século 17 que foi destruído no Palácio do Planalto, durante os atos golpistas do dia 8 de janeiro, que completam um mês nesta quarta-feira (8). De acordo com a ministra da Cultura, Margareth Menezes, a Embaixada da Suíça se ofereceu para intermediar o conserto da peça, feita pelo famoso relojoeiro francês Balthazar Martinot.
A oferta foi feita pelo embaixador Pietro Lazzeri, segundo a ministra. “Ele ofereceu uma ação de recuperação do relógio, porque tem empresa de restauradores com experiência nesse tipo de reforma que é centenária. Será, segundo eles, uma honraria e uma manifestação em favorecimento à democracia”, acrescentou, durante café da manhã com jornalistas.
Relógio de Balthazar Martinot foi destruído por golpistas durante invasão no Palácio do Planalto neste domingo
Relógio de Balthazar Martinot foi destruído por golpistas durante invasão no Palácio do Planalto neste domingo Crédito: Reprodução
A ministra lembrou que o relógio tem muitas peculiaridades, como uso de casca de tartaruga para sua confecção, o que torna ainda mais difícil o procedimento. Margareth Menezes disse que a única contrapartida solicitada pela empresa suíça é que haja um intercâmbio entre profissionais brasileiros e suíços.
O relógio, um presente concedido pela corte francesa a dom João VI, foi trazido ao Brasil em 1808. Das várias peças produzidas, apenas dois exemplares resistiram ao tempo. O outro está guardado no Palácio de Versalhes, em Paris.
A destruição da peça foi flagrada em vídeo, no interior do Palácio do Planalto, durante as manifestações golpistas. O responsável pelo ato de vandalismo já foi identificado. Trata-se de Antônio Cláudio Alves Ferreira, que foi posteriormente preso em Minas Gerais.

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