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Ministro da Saúde

Queiroga se diz disposto a depor novamente à CPI

Nos próximos dias, a CPI deverá votar um requerimento de reconvocação de Queiroga, proposto pelos senadores Humberto Costa (PT-PE), membro da comissão, e Rogério Carvalho (PT-SE), suplente na CPI

Publicado em 14 de Maio de 2021 às 07:18

Agência Brasil

Publicado em 

14 mai 2021 às 07:18
Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga na CPI da Covid
Ministro da Saúde durante depoimento na CPI da Covid Crédito: Jefferson Rudy/Agência Senado
Com a possibilidade de ser reconvocado à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse nesta quinta-feira  (13) estar à disposição para prestar novos esclarecimentos. Ele deu a declaração ao chegar para reunir-se, no fim desta tarde, com o ministro da Economia, Paulo Guedes.
“Eu me preocupo com terapia intensiva: CTI. A questão da CPI é um problema do Parlamento. Já estive lá, já prestei os esclarecimentos que cabia a mim e estaremos sempre à disposição, não só da CPI, mas do Congresso Nacional e demais órgãos do Estado brasileiro. É essa a posição dos homens públicos”, disse Queiroga.
Nos próximos dias, a CPI deverá votar um requerimento de reconvocação de Queiroga, proposto pelos senadores Humberto Costa (PT-PE), membro da comissão, e Rogério Carvalho (PT-SE), suplente na CPI. Os dois assinaram o requerimento ontem (12) após o depoimento do ex-secretário de Comunicação, Fabio Wajngarten.

RECURSOS

Segundo Queiroga, a reunião com Guedes teve o objetivo de garantir recursos para um programa de assistência a pacientes que sofram de sequelas cardiovasculares decorrentes da covid-19. Ele estava acompanhado dos professores Fabio Jatene e Protásio Lemos da Luz, da Universidade de São Paulo (USP).
De acordo com o ministro da Saúde, o programa pretende cobrir desde o atendimento primário até casos mais complexos, que exijam equipamento de circulação extracorpórea, chamado de ECMO. Queiroga informou que os professores da USP o acompanharam porque a universidade é referência nacional no uso da máquina.
Apesar de o Ministério da Saúde ter sofrido corte de R$ 2,2 bilhões no Orçamento deste ano, Queiroga disse, em entrevista no fim de abril, que Guedes assegurou que não faltariam recursos para o enfrentamento à pandemia de covid-19.

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