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Saúde

Queiroga diz que caso do Pará não é poliomielite, mas apela por vacina

Ministro da Saúde afirma que o caso se trata de um efeito adverso raro à vacina. Brasil não tem registros da doença desde 1994; no entanto, baixa porcentagem de crianças imunizadas acende alerta
Agência FolhaPress

Publicado em 

07 out 2022 às 15:49

Publicado em 07 de Outubro de 2022 às 15:49

O ministro da Saúde Marcelo Queiroga disse em entrevista à CNN Brasil que o caso suspeito de poliomielite no estado do Pará, na verdade, se trata de um efeito adverso raro à vacina. A criança de 3 anos da cidade de Santo Antônio do Tauá estava com dificuldade motora, espasmos a paralisia facial.
Segundo Queiroga, "a criança tinha esquema vacinal primário incompleto. Muito provavelmente houve um evento adverso à vacina oral. Este caso do Pará, pelo que eu sei, já foi descartado. Não é pólio". Ele, no entanto, disse que se houve a suspeita, significa que a possibilidade da doença considerada erradicada voltar ao país é real. Desde 1994 o Brasil não registra casos de paralisia infantil, graças à boa cobertura vacinal do público-alvo que são as crianças até 5 anos.
Grande responsável pela eliminação da poliomielite em vários países, a vacina Sabin, a da gotinha, tende a deixar de ser usada.
Criança recebendo a famosa 'gotinha': imunização é necessária para prevenir a poliomielite Crédito: Rivaldo Gomes | Folhapress
Até esta sexta-feira (7), no entanto, apenas 62,5% das crianças com essa idade foram imunizadas contra a doença, segundo dados oficiais do Sistema Único de Saúde (SUS). O número é muito abaixo da meta estipulada e tida como segura entre os especialistas de 95%.
"Pais, mães e responsáveis, levem seus filhos menores de cinco anos para completar o esquema vacinal da pólio. Só assim vamos conseguir manter o país livre da poliomielite", clamou o ministro.
Queiroga ponderou que a baixa adesão às vacinas não são exclusividade do Brasil, mas sim uma tendência observável em outros lugares do mundo, como os Estados Unidos e Israel. Ele lembrou que mesmo após o fim da campanha, todas as vacinas obrigatórias às crianças, como a da pólio, seguem disponíveis durante todo o ano.

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