O policial civil Mayson Viana de Freitas, 38 anos, morreu baleado na sexta-feira (22) durante a apresentação de um preso na Delegacia de Laranjal do Jari, no Amapá. O detento pegou a arma do policial e fez vários disparos contra a vítima. Depois, conseguiu fugir em uma moto, entrou em uma casa na passarela Vagalume e manteve reféns uma mulher e a filha de dez anos.
A Polícia Militar isolou o local e uma equipe de gerenciamento de crise começou um processo de negociação para libertar os reféns e capturar o criminoso. Além da PM, policiais civis e o Grupo Tático Aéreo atuaram na ocorrência. O secretário de Segurança Pública, Daniel Marsili, o delegado-geral da Polícia Civil do Amapá, César Vieira, e o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Costa Júnior, acompanham o caso.
O policial morto era casado e a esposa está grávida, no quinto mês de gestação. O governador do Amapá, Clécio Luís (Solidariedade), estava em Laranjal do Jari para participar da inauguração de uma quadra esportiva e da entrega de kits de alimentação. Ele cancelou a agenda e lamentou a morte do policial.
"Recebi consternado a notícia da morte do policial civil Mayson Viana de Freitas, vítima de um ato criminoso enquanto cumpria seu dever em defesa da sociedade", disse o governador. "Neste momento de dor, manifesto total solidariedade à família, em especial à esposa, que está grávida e com quem compartilhava esse período tão significativo de sua vida". A Polícia Civil também lamentou a morte e homenageou a vítima pela atuação na segurança pública do Estado.