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Equipe de guarda-costas

PF tenta manter controle sobre a segurança imediata de Lula

Embate entre militares e policiais por protagonismo na segurança de Lula vem desde a transição de governo

Publicado em 08 de Maio de 2023 às 09:49

Agência Estado

Publicado em 

08 mai 2023 às 09:49
Prestes a perder o controle sobre a segurança imediata do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, policiais federais tentam, nos bastidores do Palácio do Planalto, se manter na função. As recentes declarações do general Marcos Amaro, novo ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), a respeito dos preparativos para reassumir a chefia da equipe de guarda-costas de Lula, de seu vice, Geraldo Alckmin, e respectivos familiares surpreenderam integrantes da cúpula da Polícia Federal.
Esse embate entre militares e policiais por protagonismo na segurança de Lula vem desde a transição de governo. Em dezembro do ano passado, Lula decidiu colocar a PF, temporariamente, a cargo de sua segurança. O prazo era de seis meses. Diante da desconfiança com militares da ativa e da falta de relações com oficiais-generais, ele prestigiou a equipe do delegado Andrei Passos, atual diretor-geral da Polícia Federal — que havia chefiado a segurança de Lula durante a campanha eleitoral.
Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante reunião ministerial dos 100 dias de governo.
Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante reunião ministerial dos 100 dias de governo. Crédito: Ricardo Stuckert/PR
Desde janeiro, a segurança do petista, de Alckmin e de suas famílias é feita pela Secretaria Extraordinária de Segurança Imediata do Presidente da República, formada por delegados e agentes da Polícia Federal. O GSI ficou com atribuições de segurança de instalações e eventos envolvendo o presidente, mas não chefia os profissionais que circulam ininterruptamente ao redor de Lula.
Em entrevista ao jornal O Globo, Amaro disse que "há uma sinalização do presidente de que essa segurança imediata vai retornar para o GSI". Segundo o general, a secretaria extraordinária "vai funcionar até junho", a menos que Lula decida "postergar um pouco".
Como o esquema era provisório, apesar de indicações de interlocutores de Lula de que poderia ser mantido e se tornar permanente, havia uma data para que o embate se acirrasse novamente. Agora, representantes das duas corporações — a PF e as Forças Armadas — com trânsito no Planalto disputam quem fará a proteção aproximada de Lula a partir do dia 30 de junho.
Em conversas reservadas, delegados da PF reclamam das recentes declarações de Amaro e consideraram o anúncio da volta das competências do GSI como precipitado.
Como antecipou o Estadão, a escolha do general foi feita no dia 27 de abril. O militar ocupou a Casa Militar durante o segundo mandato de Dilma Rousseff e chegou a ser descrito nos bastidores como "sombra" da mandatária, função essa desempenhada por Gonçalves Dias nos dois primeiros mandatos de Lula.
No Brasil, a PF faz a segurança dos ministros e de autoridades estrangeiras que chegam ao país. Essa segunda função também envolve militares.

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