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Feminicídio

Mulher assassinada por sargento em Santos já havia denunciado violência doméstica

O Comando Militar do Sudeste lamentou o caso e informou que as investigações serão realizadas pela Polícia Civil, pelo fato de o crime não ser militar
Agência FolhaPress

Publicado em 

13 ago 2025 às 08:58

Publicado em 13 de Agosto de 2025 às 08:58

Gabrielly e a filha Jade, de 1 ano, foram mortas por Pedro Henrique, que tirou a própria vida em Santos
Gabrielly e a filha Jade, de 1 ano, foram mortas por Pedro Henrique, que tirou a própria vida em Santos Crédito: Reprodução/g1 Santos
A jovem Gabrielly Simões Silva, 21, assassinada em Santos, no litoral paulista, ao lado da filha de um ano e meio, já havia registrado boletim de ocorrência por ameaças e violência doméstica contra o marido, o sargento do Exército Pedro Henrique Martins dos Santos, 24. Segundo a Polícia Civil, a queixa foi registrada há dois anos. Na época, Gabrielly estava grávida. Familiares disseram em depoimentos que a relação do casal era conturbada, com brigas e agressões.
Os corpos da mulher e da filha, Jade, foram encontrados em um quarto da casa em que a família morava, no Morro Nova Cintra, em Santos, no domingo (10). O sargento também estava morto no local. Em entrevista à TV Tribuna - afiliada à Globo em Santos -, o delegado João Octávio de Mello disse que o crime foi registrado como duplo feminicídio seguido de suicídio. As mortes ocorreram após o casal voltar de uma festa, onde teria ocorrido uma briga.
Uma pistola foi apreendida na casa e encaminhada para perícia. Além disso, a polícia aguarda o resultado de exames necroscópicos e análises do local do crime para determinar a dinâmica das mortes. Em nota, o Comando Militar do Sudeste lamentou o caso e informou que as investigações serão realizadas pela Polícia Civil, pelo fato de o crime não ser militar. O terceiro-sargento trabalhava no Forte dos Andradas, no Guarujá, no setor de artilharia antiaérea.

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