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Caso é investigado

Lula compara suspeito de hostilizar Moraes a animal selvagem

Presidente diz que "gente que nasceu no neofascismo tem que ser extirpada"; Dino defende "proporcionalidade" de ação da PF

Publicado em 19 de Julho de 2023 às 10:25

Agência FolhaPress

Publicado em 

19 jul 2023 às 10:25
BRUXELAS E SÃO PAULO – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comparou a hostilidade ao ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes e sua família no aeroporto de Roma, a um ato de "animal selvagem".
"Precisamos punir severamente pessoas que ainda transmitem o ódio, como o cidadão que agrediu o ministro Alexandre de Moraes no aeroporto de Roma. Um cidadão desse é um animal selvagem, não é um ser humano. O cidadão pode não concordar com a pessoa, mas ele não tem que ser agressivo. Ele não tem que xingar, ele não tem que desrespeitar", disse, em relação ao episódio ocorrido na última sexta-feira (14) e que ainda é alvo de investigação da Polícia Federal.
O presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, durante coletiva à imprensa, em Bruxelas, na Bélgica
O presidente Lula durante coletiva à imprensa, em Bruxelas, na Bélgica Crédito: Ricardo Stuckert/PR
Lula disse que o ódio surgiu no processo eleitoral e que "passamos por isso severamente". "Essa gente que nasceu no neofascismo, colocado em prática no Brasil, tem que ser extirpada", afirmou.
Nesta terça-feira (18), a PF cumpriu mandado de busca e apreensão na residência do casal Roberto Mantovani Filho e Andreia Munarão, de Santa Bárbara D'Oeste. Eles prestaram depoimento no mesmo dia e negam agressão ao ministro, dizendo ter havido um desentendimento sem motivação política.
Segundo o advogado Ralph Tórtima, Mantovani nega ter empurrado ou agredido o filho de Moraes, como relatado pelo ministro, e afirma que agiu apenas para afastá-lo após sua esposa ter sido desrespeitada.
O corretor de imóveis Alex Zanatta Bignotto, genro do empresário, também é investigado e foi alvo da busca. Bignotto foi ouvido pela PF na manhã de domingo (16) e negou a acusação de ofensas ao ministro.
O ministro da Justiça, Flávio Dino, saiu em defesa nesta quarta-feira, em rede social, da "proporcionalidade" da ação da PF ao fazer buscas na casa dos suspeitos.
Segundo ele, a medida, baseada no artigo 240 do Código de Processo Penal, "se justifica pelos indícios de crimes já perpetrados".
"Tais indícios são adensados pela multiplicidade de versões ofertadas pelos investigados. Sobre a proporcionalidade da medida, sublinho que passou da hora de naturalizar absurdos. E não se cuida de "fishing expedition", pois não há procura especulativa, e sim fatos objetivamente delineados, que estão em legítima investigação."

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