Publicado em 1 de fevereiro de 2021 às 17:09
- Atualizado há 5 anos
Após ter recebido em novembro uma negativa da Justiça britânica para que a tragédia de Mariana de 2015 fosse julgada no Reino Unido - país-sede da BHP, que é sócia da barragem -, a defesa das vítimas tentou obter permissão para recorrer ao próprio Tribunal de Recurso. Teve, porém, o pedido também recusado há pouco. O processo é uma praxe da legislação local, que exige que a solicitação seja feita ao mesmo juiz responsável pela primeira avaliação do caso para que os requerentes possam recorrer ao Tribunal de Apelação. A nova empreitada dos representantes das vítimas será feita este mês. >
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