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Bolsonaro: Governadores que pregam isolamento têm 'medinho' do vírus

Presidente voltou a minimizar a pandemia do novo coronavírus e a criticar gestores que adotam medidas para evitar a propagação da covid-19

Publicado em 02 de Abril de 2020 às 18:03

Redação de A Gazeta

Publicado em 

02 abr 2020 às 18:03
Bolsonaro visita comércio em Brasília
Bolsonaro visitou comércio em Brasília em meio à pandemia de coronavírus. Orientação de autoridades em saúde pública é evitar proximidade para conter contágio  Crédito: Reprodução/Instagram
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) já chamou a covid-19, doença provocada pelo novo coronavírus, de "gripezinha" e "resfriadinho". Também já compartilhou vídeo falso no Twitter e tem atacado governadores que adotam medidas para conter o vírus, contrariando o próprio ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta. 
Nesta quinta-feira (02), o presidente voltou à carga e disse que os governadores têm "medinho", por orientarem o isolamento social na tentativa de conter o coronavírus. Há dois dias, o presidente, em cadeia nacional, havia pedido um pacto para vencer o problema, mas já voltou ao tom costumeiro. Disse duvidar que os governadores sairiam às ruas como ele mesmo fez, no último domingo. 
"Eu fui em Ceilândia e Taguatinga no fim de semana passado e fui massacrado pela mídia. Duvido que um governador desses, Doria [João, de SP], Moisés [Carlos, de SC], vá no meio do povo. Vai nada. 'Tá' com medinho de pegar vírus?", desafiou o presidente em conversa com pastores em frente ao Palácio da Alvorada.
O portal "UOL" destacou o momento.
Bolsonaro também disse querer que o povo volte a trabalhar, reforçando que "vai morrer gente", sim, mas que não tem como fugir da pandemia. "Não pode deixar de trabalhar. Vamos cuidar dos idosos — você cuida do seu pai, eu cuido da minha mãe, que está viva. Por quê? A segunda onda que vem em função do desemprego vai ser terrível", disse.
Ele também voltou a duvidar das justificativas que levaram países em todo o mundo a adotar medidas de distanciamento social. Como já explicaram a OMS (Organização Mundial da Saúde) e o próprio Ministério da Saúde, o isolamento é importante para segurar a expansão da epidemia e, assim, evitar o colapso dos hospitais.
"Eu desconheço qualquer hospital que esteja lotado, muito pelo contrário. Tem um hospital no Rio de Janeiro, um tal de Gazolla, que se não me engano tem 200 leitos, mas só tem 12 ocupados até agora", afirmou, sem explicar de onde tirou esses números e possivelmente fazendo referência ao Hospital Municipal Ronaldo Gazolla (Hospital de Acari).

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