Publicado em 2 de agosto de 2025 às 15:56
RIO DE JANEIRO - O ex-jogador de basquete Igor Eduardo Pereira Cabral, 29, preso por agredir a namorada com mais de 60 socos dentro do elevador de um condomínio em Natal, foi preso em flagrante após ação imediata do porteiro do prédio. O caso aconteceu no último dia 26.>
Manoel Anésio, 60, viu a cena pela câmera do elevador, no monitor da portaria. Auxiliado por uma moradora que passava no momento da agressão, ele acionou a Polícia Militar e as equipes chegaram em oito minutos.>
"Vi nas câmeras a cena dela levantando com o rosto ensanguentado. Uma moradora pediu socorro e eu de imediato chamei a polícia", disse Anésio em entrevista à TV Record de Natal.>
"Acho que qualquer um faria a mesma coisa.">
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Igor Eduardo foi preso em flagrante e teve a prisão convertida para preventiva, quando não tem prazo definido. O caso é tratado como tentativa de feminicídio. A reportagem não conseguiu contato com a defesa.>
Ele foi encaminhado nesta sexta-feira (1º) para a Cadeia Pública Dinorá Simas, no município de Ceará-Mirim, que não possui cela individual. A defesa havia solicitado a cela individual por questões de segurança, mas o pedido não foi atendido.>
"O interno foi alocado em ala de segurança adequada, de forma a preservar a integridade física dos custodiados", disse em nota a Seap (Secretaria de Administração Penitenciária).>
Nesta sexta-feira, a vítima passou por uma cirurgia de reconstrução da face no Hospital Universitário Onofre Lopes, da UFRN (Universidade Federal do Rio Grande do Norte).>
A PM já havia sido acionada neste ano, em outra ocasião, para um suposto caso de agressão envolvendo Igor e Juliana. Em 14 de janeiro, um sargento da corporação afirmou ter sido acionado por Igor, que informara que Juliana o havia agredido. Quando a polícia chegou ao local, Igor mudou a versão e disse que houve uma discussão.>
Ainda segundo o documento, o policial perguntou ao casal se gostaria de ir à delegacia, mas a oferta foi negada. Foi registrado um boletim de ocorrência, e ambos acabaram liberados. O registro da PM não apresenta a versão de Juliana.>
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