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5 dicas para escrever uma redação criativa no Enem

Entenda como o pensamento computacional pode ajuda na escrita de um bom texto para a prova

Publicado em 19 de Setembro de 2025 às 15:33

Portal Edicase

Publicado em 

19 set 2025 às 15:33
O pensamento computacional pode ajudar candidatos do Enem a estruturar ideias com mais clareza e lógica na redação (Imagem: BearFotos  | Shutterstock)
O pensamento computacional pode ajudar candidatos do Enem a estruturar ideias com mais clareza e lógica na redação Crédito: Imagem: BearFotos | Shutterstock
A redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) é uma das partes mais importantes da prova, já que tem grande peso na nota final e pode ser decisiva para a conquista de uma boa classificação. Para se destacar, além de dominar a estrutura do texto dissertativo-argumentativo e estar atento aos critérios de avaliação, a criatividade também pode ser uma grande aliada.
Victor Haony, assessor pedagógico da Mind Makers, solução que trabalha com disciplinas inovadoras, destaca que o pensamento computacional, previsto na Base Nacional Comum Curricular, pode se tornar um recurso poderoso para ampliar a criatividade e facilitar a construção de argumentos consistentes.
“Construir uma redação é sempre um assunto sensível quando falamos com os alunos vestibulandos. Para isso, temos um caminho ‘algorítmico’ que é o pensamento computacional — abordagem lógica e estruturada para resolver problemas que podemos desenvolver para que a redação seja pensada estrategicamente”, explica.
De acordo com ele, o pensamento computacional deve ser estimulado ainda na escola, pois oferece ferramentas que tornam a escrita mais criativa e aumentam a confiança dos candidatos nesse momento decisivo. A seguir, veja 5 dicas para escrever uma redação criativa no Enem!

1. Decompor o tema

A primeira estratégia, de acordo com o especialista da Mind Makers, é dividir o tema em partes menores, como causas, consequências e possíveis soluções. Esse processo, chamado decomposição, ajuda o candidato a analisar o problema de forma mais completa. Com isso, o estudante não se prende a uma única linha de raciocínio, mas consegue enxergar o tema sob diferentes ângulos, ampliando o repertório e criando bons argumentos.

2. Reconhecer padrões

Outra prática é observar e analisar as redações que alcançaram nota mil para identificar quais estruturas de argumentação costumam aparecer. Esse reconhecimento de padrões permite compreender como a tese é apresentada, quais estratégias são usadas para sustentar os argumentos e como a conclusão é construída. Assim, o estudante consegue criar uma “receita” de escrita, mas com liberdade para adaptar essa estrutura de forma criativa ao tema proposto.
A leitura de livros variados amplia o repertório, e a abstração define quais serão realmente úteis na redação do Enem (Imagem: Prostock-studio | Shutterstock)
A leitura de livros variados amplia o repertório, e a abstração define quais serão realmente úteis na redação do Enem Crédito: Imagem: Prostock-studio | Shutterstock

3. Usar abstração para selecionar ideias

Nem toda informação que o candidato conhece precisa ir para o texto, segundo Victor Haony. A abstração, um dos pilares do pensamento computacional, ensina a filtrar apenas o que realmente contribui para a defesa da tese. Ao selecionar os repertórios, como dados, filmes, livros, notícias ou referências históricas, o estudante desenvolve a habilidade de escolher os mais relevantes para o tema , evitando excesso de informações ou desvios de foco. Essa seleção estratégica valoriza a clareza e a criatividade.

4. Criar algoritmos de escrita

Planejar a redação antes de começar a escrevê-la é uma forma de organizar o pensamento. Ao elaborar um passo a passo que funcione como um algoritmo (introdução, argumento 1, argumento 2, conclusão), o candidato mantém a coesão e ganha segurança para desenvolver a argumentação. “Essa organização libera espaço mental para pensar em soluções criativas e propor intervenções mais inovadoras, sem perder a lógica textual exigida pelo Enem”, destaca.

5. Fazer protótipos e revisar

Por fim, tratar a redação como um protótipo é uma forma prática de melhorar o desempenho. Isso significa escrever rascunhos, testar diferentes versões e revisar o texto para identificar pontos fortes e fragilidades. “Cada revisão funciona como um ajuste no ‘código’, permitindo ao estudante refinar os argumentos, explorar repertórios menos óbvios e deixar a proposta de intervenção mais criativa e consistente”, indica o assessor pedagógico.
Por Caroline Magalhães

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