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Thiago Rizzo

Artigo de Opinião

Sem generalizar

Informação para fazer do limão uma limonada no mercado financeiro

Mesclar proteção da renda fixa com ganhos mais robustos é importante para a diversificação de risco
Thiago Rizzo

Públicado em 

26 jul 2020 às 14:00
Bolsa de Valores de São Paulo, a BR
Bolsa de Valores de São Paulo: quais os melhores investimentos para se aventurar no mercado financeiro Crédito: Luiz Prado/B3/Arquivo AG
Nem tudo é 100% bom, mas também não é totalmente ruim. A informação pode ser a chave para conseguir fazer do limão uma limonada e deixar os preconceitos de lado.
Isso acontece na vida e no mercado financeiro não é diferente. Um exemplo é a Previdência Privada, que teve os seus momentos de desconfiança, mas hoje conta com modalidades que são bem vistas, dependendo da finalidade do investidor.
Agora, a bola da vez neste segmento é o Certificado de Operações Estruturadas (COE). Esse investimento combina a possibilidade de retornos expressivos das operações de risco com a tranquilidade da garantia do capital investido.
É um mercado de USD 2 trilhões no mundo e R$ 20 bilhões no Brasil. Trata-se de um instrumento que democratizou o investimento em ativos globais sem a necessidade de abrir conta no exterior.
A partir de R$ 5 mil, o cliente tem acesso às bolsas internacionais, fundos das maiores gestoras do mundo e gigantes como Apple, Disney e Google.
Mas, então, por que ele é mal visto por algumas pessoas? É que a comercialização do Certificado de Operações Estruturadas começou nos grandes bancos com estratégias pouco eficientes e vendedores despreparados. Isso despertou sentimentos de frustração e desconfiança em alguns investidores.
Agora, voltando à comparação com a previdência privada, reflita comigo: todos os formatos desse tipo de investimentos são ruins? Não! E o mesmo pensamento serve para o Certificado de Operações Estruturadas, que é um importante produto de diversificação de risco. Inclusive, ele provou ser extremamente eficiente durante a crise. Porém, o investidor precisa estar bem orientado, com um profissional experiente neste tipo de serviço.
Fazendo alguns comparativos, podemos observar que enquanto a bolsa de valores sobe 20%, o COE cresce 30%. Se a bolsa de valores cai 20%, o COE fica “paradinho”. Não é para alocar tudo! Mas, com certeza, ele deve ter um importante espaço nas carteiras de quem busca rentabilidade com segurança.
*O autor é assessor de investimentos, Certified Financial Planner e sócio da Golden Investimentos
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