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É economista e secretário de Estado de Inovação e Desenvolvimento

Geração de empregos e desenvolvimento do ES em tempos de pandemia

Desde julho de 2020, Estado registrou saldo positivo de 50.476 postos de trabalho, mais da metade da meta estabelecida em plano para ser cumprida até 2022

Publicado em 07/06/2021 às 02h00
Carteira de Trabalho e previdência social
Plano ES estima a criação de mais de 100 mil vagas de emprego. Crédito: Fernando Madeira

Espírito Santo alcançou um importante marco na geração de empregos: desde o início das ações do Plano Espírito Santo – Convivência Consciente, em julho de 2020, registramos um saldo de +50.476 postos de trabalho no Estado. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia, referentes ao mês de abril deste ano.

O número equivale a mais da metade da meta de geração de empregos estabelecida pelo Plano para ser cumprida até dezembro de 2022. Significa dizer que, um ano e meio antes do vencimento do prazo estabelecido, nós já alcançamos metade das vagas de empregos colocadas como meta. E isso em plena pandemia do novo coronavírus (Covid-19).

Esse importante resultado é fruto do trabalho cooperado entre os Poderes, setor produtivo, bem como das iniciativas pública e privada e das entidades da sociedade capixaba como um todo. Quando um Estado tem planejamento, organização e, sobretudo, uma liderança política comprometida, como temos no Espírito Santo com o nosso governador Renato Casagrande, temos resultados.

Além da estimativa de criação de mais de 100 mil vagas de emprego, o Plano ES contempla ainda quase R$ 33 bilhões em investimentos do governo do Estado, do governo federal e do setor privado até o final de 2022. O objetivo é promover o desenvolvimento econômico e priorizar as pessoas, de modo a reduzir os impactos sofridos pela população capixaba em decorrência da pandemia.

O Espírito Santo tem sido exemplo nacional de gestão durante a pandemia. Os números do Caged nos mostram que estamos no rumo certo e que é possível, sim, caminharmos no sentido da recuperação econômica e do desenvolvimento, priorizando vidas!

Este texto não traduz, necessariamente, a opinião de A Gazeta.

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